O Novo Banco terá que fechar mais 75 balcões no primeiro semestre de 2017 para cumprir o plano de reestruturação acordado com Bruxelas, o que significa uma redução de 25% na rede face a dezembro de 2015.

Na Comissão de Trabalho e Segurança Social, o presidente do Conselho de Administração do Novo Banco, António Ramalho, explicou que os compromissos assumidos com Bruxelas preveem prosseguir a redução da rede de balcões, de 550 no final de 2016 para 475 no final do primeiro semestre de 2017.

Em dezembro de 2015, o Novo Banco tinha 637 balcões, segundo a informação disponibilizada.

O plano prevê ainda uma redução de 230 milhões nos custos operacionais no primeiro semestre de 2017, uma diminuição superior à assumida para o ano de 2016, que se ficou pelos 150 milhões de euros.