Manoel de Oliveira

Homenagem musical a Manoel de Oliveira esta quarta-feira em Nova Iorque

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O pianista Bruno Belthoise vai dar um concerto em Nova Iorque em homenagem a Manoel de Oliveira. O programa musical tem o objetivo de recordar o cineasta de forma histórica e simbólica.

A banda sonora do documentário, filme de estreia de Manoel de Oliveira, foi composta por Luís de Freitas Branco

ALBERTO ESTEVEZ/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O pianista francês Bruno Belthoise dá, esta quarta-feira, em Nova Iorque, Estados Unidos, o concerto “Manoel de Oliveira – Uma homenagem musical”, com composições que remetem para a obra do cineasta, em particular “Douro, fauna fluvial”.

Com organização do Arte Institute e apoio do Consulado de Montreal e do Instituto Camões, o concerto realiza-se no Tribeca Film Center e acontece depois de apresentado em Montreal, Canadá, na Cinémathèque Québécoise.

Segundo comunicado da organização, o programa do concerto visa “recordar o grande cineasta, através de uma perspetiva histórica e simbólica.”

“As obras portuguesas e francesas deste recital estão inseridas em torno do filme ‘Douro, Faina Fluvial’ (1931), num contexto que celebra e revela, através da música, os aspetos da sua personalidade multiforme e a riqueza singular da obra”, acrescenta.

“O meu desejo de acompanhar ‘Douro, Faina Fluvial’ vem do fascínio que senti pela modernidade e pelo incrível ritmo do seu primeiro filme. Quero fazer re-descobrir ao vivo esta obra-prima do cineasta português”, explicou, em comunicado, Bruno Belthoise.

A banda sonora do documentário, filme de estreia de Manoel de Oliveira, foi composta por Luís de Freitas Branco.

O pianista é um estudioso da cultura portuguesa há mais de 20 anos, dedicando especial atenção à sua música, tendo gravado vários álbuns e concertos, realizado palestras e a coordenando uma coleção de partituras de obras para piano.

É também um dos elementos do projeto Trio Pangea, constituído também pelo espanhol Adolfo Rascón Carbajal e pela portuguesa Teresa Valente Pereira, que publicou em março deste ano o primeiro volume de uma antologia de trios portugueses para violino, violoncelo e piano.

“De forma sistemática, Bruno Belthoise tem seguido o fio da meada da cultura musical portuguesa. Através deste francês, a nossa música passou pelas mãos de excelentes intérpretes à escala global, incluindo portugueses que ele desafiou e mobilizou para a causa da música portuguesa”, diz o diretor-adjunto da Antena 2, João Almeida, numa citação que pode ser lida no site do pianista.

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PCP

Patrão santo, funcionário posto fora da loja /premium

José Diogo Quintela

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou ser obrigado a cumprir a lei laboral. É que escrevê-la é uma coisa, obedecê-la outra.

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