Cerca de 30 militares da Força Aérea partiram este domingo da Base Aérea n.º 6 no Montijo para o Mali, de um total de 60, que integram a missão abrangente da ONU naquele país (MINUSMA).

“O contingente que partiu hoje constitui o grosso das tropas que vão cumprir a missão MINUSMA naquele país africano, sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU)”, disse à agência Lusa o porta-voz da Força Aérea Portuguesa.

Nos últimos dias já tinham partido outros dois grupos de militares, que constituem o grupo avançado, explicou o porta-voz, adiantando que “no voo de hoje seguiu ainda uma equipa médica da Força Aérea, que regressará este domingo”.

A equipa médica vai “acompanhar e fazer regressar” um militar português que adoeceu no terreno, salientou.

Esta missão portuguesa no Mali, que vai substituir a Força Aérea da Noruega, prolongar-se-á por seis meses, sendo composta por cerca de 60 militares, que serão sucessivamente rendidos, e por um avião C-130H, da Esquadra 501 — “Bisontes”.

Os militares da Força Aérea e do exército que hoje partiram para o Mali vão ficar nas imediações de Bamaco, capital do Mali, integrando operações de transporte aéreo logístico de mercadorias com o objetivo de cobrir todo o país.

Em 2015, a Força Aérea já tinha participado numa missão neste país africano, também sob a égide das Nações Unidas.

Além dos militares, esteve envolvido uma aeronave C-295M da Esquadra 502 — “Elefantes”.