A Confederação dos Serviços de Portugal (CSP) entrega, esta terça-feira, a sua candidatura ao Conselho Económico Social (CES), com o objetivo de “tornar o diálogo social mais amplo” e que a “economia digital” passe a merecer “a devida atenção”.

“Vinte e cinco anos volvidos sobre a criação do CES é tempo de acrescentar. É tempo de acrescentar representatividade, de acrescentar novas ideias, de ir ao encontro da História”, afirmou o secretário-geral da CSP, Martim Borges de Freitas.

“Ao candidatar-se ao plenário do CES, a CSP pretende tornar o diálogo social mais amplo e eficaz, refletindo o verdadeiro peso relativo do setor terciário no nosso país, onde, por exemplo, os desafios da economia digital e da competitividade passem a merecer a devida reflexão e atenção”, acrescentou o responsável.

A CSP entrega, esta terça-feira, a sua candidatura ao Conselho Económico e Social, às 11h30, na sede deste organismo, estando representada pelo presidente, Jorge Jordão, o vice-presidente, António Sampaio de Mattos, e o secretário-geral, Martim Borges de Freitas.

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Os associados da CSP representam um volume de negócios de 31 mil milhões de euros e são responsáveis pela criação de mais de 184 mil postos de trabalho diretos e pela cobrança de um terço do IVA em Portugal.

Entre os setores representados na CSP estão as telecomunicações, centros comerciais, as modernas cadeias de distribuição ou tecnologias de informação, entre outros.