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Associação 25 de Abril oferece instalações para conferência de Nogueira Pinto

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A Associação 25 de Abril decidiu apoiar Nogueira Pinto e disponibilizar as suas instalações para a conferência cancelada na FCSH. Também Seixas da Costa diz "lastimar" o cancelamento do debate.

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Paulo Spranger

Paulo Spranger

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A Associação 25 de Abril decidiu manifestar apoio a Jaime Nogueira Pinto após a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa ter cancelado uma conferência do escritor e politólogo por razões de segurança e protestos da Associação de Estudantes. “A Associação 25 de Abril entendeu manifestar ao Professor Nogueira Pinto o repúdio por este silenciamento da sua opinião”, pode ler-se no comunicado enviado ao Observador. E disponibiliza as suas instalações para receber a conferência “Populismo ou Democracia? O Brexit, Trump e Le Pen em debate”.

FCSH cancela conferência de Jaime Nogueira Pinto

Esta conferência estava marcada para as 18h30 desta terça-feira na FCSH mas, de acordo com as explicações dadas por Nogueira Pinto ao Observador, foi cancelada a 24 horas do evento na sequência de “um grande protesto a dizer que a conferência era uma coisa fascista, reacionária e colonialista”. Os estudantes terão decidido protestar junto da faculdade e pedido o cancelamento da conferência, que tinha sido organizada pelo grupo “Nova Portugalidade”. Na ata da Reunião-Geral de Alunos pode ler-se: “No entender dos proponentes desta moção este evento está associado a argumentos colonialistas, racistas, xenófobos que entram em colisão com o programa para o qual a AEFCSH foi eleita, além de entrar em colisão com a mais básica democraticidade e inclusividade”. Os deputados do CDS já pediram explicações ao Governo sobre o caso, conforme o Observador noticiou aqui.

CDS pede esclarecimentos sobre cancelamento de conferência. “Não estamos no PREC”

Também Francisco Seixas da Costa usou o Facebook para se pronunciar sobre o assunto. Num texto público, o diplomata e membro do Conselho de Faculdade da FCSH diz “lastimar que a direção da escola tenha sido forçada, contra a sua vontade, a tomar esta atitude, para salvaguarda da estabilidade funcional da instituição”. E prossegue: “Porque convém chamar os bois pelos nomes, que fique claro que esta inadmissível atitude censória, foi tomada por uma estrutura de estudantes identificada com o Bloco de Esquerda”. Recorda ainda que o mesmo tema foi debatido em Cascais, mas com Francisco Louçã e ele próprio também no painel e que esse debate não foi “boicotado”.

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