Para voltar a conquistar o mercado americano, a Volkswagen aposta forte na introdução de novos modelos, bem como na forma de comunicação, adoptando uma solução mais simples e colorida. E, claro está, na ausência de motores a gasóleo.

Depois do Atlas, um SUV comprido e com habitáculo capaz de alojar até sete passageiros, onde a marca alemã apostou na família para demonstrar o valor do seu SUV king size, colocando a ênfase no espaço interior, eis que muda de estratégia com a chegada do Tiguan – já bem conhecido na Europa – ao mercado do outro lado do Atlântico.

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Para o Tiguan, a Volkswagen concentrou-se não na capacidade off road do modelo, não no seu habitáculo e muito menos na capacidade de aceleração dos seus motores, todos eles a gasolina, para quebrar a associação ao dieselgate. Para comunicar o Tiguan, que na realidade parece uma versão mais pequena do Atlas, o fabricante alemão apostou no nome, ou melhor, na forma como chegou até ele. Daí ao criativos da agência alegarem que o Tiguan foi baptizado tendo em mente uma mistura de dois animais foi um instante, com o SUV a conciliar a força do tigre e suavidade da iguana.

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