Não há indícios de que o submarino argentino San Juan tenha sido atacado por uma embarcação de outro país. “Não há indícios de um ataque externo”, afirmou o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, ao jornal britânico The Guardian, adiantando que pode ter acontecido um curto-circuito.

De acordo com o porta-voz, terá entrado àgua pelo snorkel — o sistema de ventilação do submarino — que provocou um curto-circuito na bateria. Esse curto-circuito terá sido a origem de um princípio incêndio.

Eles tiveram que isolar a bateria e continuar a navegar em direção a Mar del Plata, usando outra bateria”, explicou o porta-voz da Marinha, ao The Guardian.

O submarino argentino San Juan está desaparecido desde o dia 15 de novembro. Às 7h30 locais (10h30 em Lisboa) do dia 15 de novembro, a embarcação fez o último contacto com a base a reportar uma avaria elétrica. A embarcação tinha oxigénio suficiente para que os 44 marinheiros que iam a bordo conseguissem sobreviver ao longo de sete dias. Esses sete dias já passaram pelo que, à partida, os marinheiros terão morrido.

Quem são os 44 marinheiros a bordo submarino argentino desaparecido