Benfica: 46 golos. Jonas: 23. E isto só no campeonato. Somando as competições restantes são 26 golos em 30 jogos.

A estatística vale o que vale, sim. Mas não é só na estatística que o Benfica é dependente (e aqui a “dependência é boa) do brasileiro: quando a época corria mal — e a primeira metade correu francamente mal –, Jonas chegava-se à frente (outros encolhiam-se mas ele não) em instantes decisivos e resolvia partidas, mantendo o Benfica, bem ou mal, a pouca distância de Sporting e Porto.

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Agora, e mesmo com o Benfica a jogar com outro fulgor — o dérbi e a visita a Braga são o melhor exemplo disso –, Jonas continua a destacar-se. Ainda este sábado resolveu o encontro frente ao Chaves com um par de golos na primeira parte. Mas importa também olhar para o que foi a época toda até aqui. Volvidas 19 jornadas, Jonas conseguiu marcar a todos os clubes. Todos… exceto um: o líder Porto. E não aparenta querer sossegar: são já oito os jogos consecutivos a marcar, seis deles na Liga.

Desde a época 2011/12 que um jogador do Benfica não conseguia tal feito — então, Cardozo conseguiu-o.