Alpine

Alpine já tem casa em Portugal. E fica em Lisboa

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A nova marca de desportivos do Grupo Renault, que propõe um modelo mais leve, mais barato e mais eficaz do que o Porsche Cayman, já tem o primeiro (e único) concessionário em Portugal. Em Lisboa.

Os apreciadores nacionais de desportivos com muita emoção e baixo preço – relativamente, é claro – já têm onde escolher, moldar ao seu gosto e encomendar o A110, o primeiro Alpine da nova geração. O concessionário em causa fica em Lisboa, mais precisamente em Chelas, integrado no edifício que também aloja a sucursal da Renault na zona.

A Alpine original, criada em 1955 como Société des Automobiles Alpine SAS, produzia uns desportivos com base em mecânicas e chassis Renault, que eram o terror dos adversários. Muito leves, conseguiam ultrapassar as limitações inerentes ao facto de estarem equipados com motores relativamente pequenos e pouco potentes, para ganhar troços em ralis ou ser os mais rápidos em pista, tudo graças ao espírito inventor de Jean Rédélé, um mecânico muito criativo e o seu fundador.

A crise atirou a Alpine – o nome do fabricante pretendia recordar o sucesso dos seus modelos nas retorcidas estradas dos Alpes franceses – para as mãos da Renault, que adquiriu a marca em 1973, no preciso ano em que um Alpine A110, com motor 1.8 de 180 cv, mas um peso de apenas 620 kg, venceu o primeiro Campeonato do Mundo de Ralis, dominando seis das 13 provas, entre as quais o Rali de Monte Carlo (onde alcançaram as três primeiras posições e o Rali de Portugal, onde chamaram a si os dois primeiros lugares).

A produção dos Alpine terminou em 1995, com o A610, mas regressou em 2018, com uma segunda geração do A110, esgrimindo os mesmos argumentos, do peso reduzido ao motor mais pequeno do que a concorrência, mas elevando bastante a parada no que respeita à sofisticação do chassi. Todo em alumínio, para ganhar peso – não ultrapassa 1.178 kg –, com o motor em posição central traseira e armado com suspensões sofisticadas e uma carroçaria aerodinâmica, o A110 não ultrapassa os 250 km/h porque a isso está limitado electronicamente, mas deixa para trás os 100 km/h ao fim de somente 4,5 segundos, igualando praticamente a rapidez do Cayman S PDK (4,4 segundos de 0 a 100 km/h), para o qual necessita de um motor igualmente sobrealimentado e com quatro cilindros, mas com 2,5 litros e 350 cv.

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