814kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

O teste de cidadania que Meghan Markle teria de fazer se morasse em Portugal

Este artigo tem mais de 5 anos

Antes de casar com o príncipe Harry, Meghan Markle teve de passar por um teste e acertar em pelo menos 18 das 24 perguntas sobre o Reino Unido. Se viesse para Portugal, este era o teste que faria.

i

Chris Jackson/Getty Images

Chris Jackson/Getty Images

Apesar de estar prestes a protagonizar o casamento real mais esperado do momento, a atriz norte-americana Meghan Markle tem de passar por um teste antes de ‘juntar os trapinhos’ com o príncipe Harry. À semelhança de qualquer outro estrangeiro que queira obter nacionalidade britânica, a futura duquesa de Sussex tem de responder a um teste de cidadania com 24 perguntas de cultura geral sobre a vida no Reino Unido. E só será formalmente aceite como inglesa se responder corretamente a 18 dessas questões, explica a CNN.

Se por um acaso do destino Meghan Markle rumasse um pouco mais para sul e viesse parar a Portugal, teria de passar por um teste semelhante. Chama-se Prova de Conhecimentos da Língua Portuguesa para Aquisição de Nacionalidade e passa sobretudo por responder a uma série de questões de escolha múltipla sobre interpretação e gramática de texto em português.

Esse teste custa 65 euros e é composto por duas partes, como determina a lei: uma prova escrita de 75 minutos preenchida num computador e uma prova oral, que consiste numa entrevista de 15 minutos com dois professores de Português, em que um conversa com o entrevistado e outro avalia a interação. Feitas as duas provas, a prestação do candidato é avaliada de 0 a 100: quem obtiver pelo menos 50% das respostas corretas fica com a cidadania portuguesa. Se o resultado ficar abaixo disso, o candidato é considerado “não aprovado”.

Na mais recente edição da prova, realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2017, das 66 pessoas que participaram na prova, apenas seis não foram aprovadas. Mas será que um português de gema, que estudou Camões na escola e aprendeu o hino logo aos seis anos, sabe responder às perguntas que o Estado obriga os estrangeiros a conhecerem antes de morarem cá?

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Saiba com o teste aqui em baixo.

Primeira parte: compreensão oral

Recomenda-se que responda a esta parte da prova em 15 minutos. Coloque os auscultadores para ouvir o texto. Pode voltar a ouvir o texto sempre que precisar.

Agora responda às perguntas.

Segunda parte: compreensão da leitura

Recomenda-se que responda a esta parte da prova em 40 minutos. Pode consultar os textos sempre que precisar. Para cada item assinale a resposta correta. Pode corrigir as respostas sempre que precisar.

A praia do Meco é uma das 21 finalistas do concurso 7 Maravilhas – Praias de Portugal e teve o voto de um júri composto por 21 pessoas famosas ligadas a várias atividades da vida portuguesa.

A praia do Meco tem este nome porque está perto da Aldeia do Meco, uma aldeia de agricultores situada entre a Lagoa de Albufeira e o Cabo Espichel, na costa ocidental no concelho de Sesimbra.

O seu mar pode ser agitado, mas no verão é, normalmente, calmo. A ondulação forte tornou-a conhecida, principalmente entre os surfistas. Também ligada ao mar está uma antiga tradição de pesca, chamada “arte xávega”. Assim, há peixe fresco quase todos os dias.

Baseado em: “Sesimbra Município”, Câmara Municipal de Sesimbra, verão de 2012.

Terceira parte: expressão escrita

Escreva um texto com um mínimo de 50 e um máximo de 80 palavras sobre o tema: “Um dia na praia com a família ou com os amigos”. No seu texto deve dizer o que viu na praia, o que fez nesse dia e aquilo de que mais gostou e aquilo de que menos gostou.

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Apoio ao cliente | Já é assinante? Faça logout e inicie sessão na conta com a qual tem uma assinatura

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Vivemos tempos interessantes e importantes

Se 1% dos nossos leitores assinasse o Observador, conseguiríamos aumentar ainda mais o nosso investimento no escrutínio dos poderes públicos e na capacidade de explicarmos todas as crises – as nacionais e as internacionais. Hoje como nunca é essencial apoiar o jornalismo independente para estar bem informado. Torne-se assinante a partir de 0,18€/ dia.

Ver planos