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Warren Buffett

Criptomoedas são “demência”, são como “transacionar fezes”, diz parceiro de Warren Buffett

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Charlie Munger, o histórico braço-direito do investidor Warren Buffett diz que comprar criptomoedas é como alguém decidir vender fezes e querermos comprar também.

Getty Images

Comprar criptomoedas é como alguém decidir vender fezes e, por não querermos ficar de fora, também querermos participar nesse mercado. A comparação é feita pelo influente Charles Munger, histórico braço-direito do norte-americano Warren Buffett, um dos investidores mais ricos de mundo.

No painel de debate organizado pelos dois investidores da Berkshire Hathaway, por ocasião da assembleia anual de acionistas, o número 2 da gestora de investimentos mostrou ter uma opinião ainda mais negativa do que o número 1 (Buffett) sobre a bitcoin e outras criptomoedas.

Se Buffett já disse, várias vezes, que suspeita que as criptomoedas vão ter um final infeliz (para quem investir nelas), Charlie Munger é ainda mais pessimista: comprar moedas digitais é um exemplo de “demência”.

Dirigindo-se a Buffett, durante a resposta a uma questão sobre o tema, Munger deixou claro: “eu ainda gosto menos de criptomoedas do que tu. Muito menos. Para mim, é demência. É como vermos alguém a comprar e vender pedaços de fezes e decidirmos que também queremos participar naquilo”.

Ciberataque mais preocupante do que guerra nuclear

As declarações foram citadas pelo Quartz, que esteva na conferência onde Warren Buffett — conhecido como o “Oráculo de Omaha” pelo historial de investimentos bem sucedidos — também comentou que tem mais medo de um ciberataque grave, capaz de abalar as economias e os mercados financeiros, do que de uma guerra nuclear.

Para Buffett, há uma probabilidade de 2% de haver um ataque cibernético capaz de fazer com que se esfumem 400 mil milhões de dólares na economia global.

Quando se fala em riscos cibernéticos, “estamos em águas nunca dantes navegadas — e as coisas só vão piorar, não vão melhorar”, afirmou Warren Buffett, acrescentando que este é um “risco significativo que não existia há 10 ou 15 anos e à medida que o tempo avançar o problema vai ser cada vez pior”.

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