Super Bock Super Rock

Festival Super Bock Super Rock regressa ao Meco para celebrar 25 anos de existência

331

Depois de quatro anos no Parque das Nações, o Super Bock Super Rock vai voltar ao Meco, onde o festival se realizou entre 2010 e 2014. O recinto de concertos, contudo, será diferente do anterior.

O festival vai voltar ao Meco mas a zona em que estarão instalados os palcos não será a mesma das edições anteriores

Jorge Amaral / Global Imagens

No próximo ano, o festival de música Super Bock Super Rock vai voltar a realizar-se na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à praia do Meco, em Sesimbra. O regresso ao local que acolheu o festival entre 2010 e 2014 acontecerá na 25ª edição, agendada para os dias 18, 19 e 20 de julho de 2019. A informação foi anunciada esta terça-feira pela organização do festival, em comunicado.

Da edição de 2014 para a edição de 2015, o Super Bock Super Rock — que começou por realizar-se na gare marítima de Alcântara, em 1995 — trocou o Meco pelo Parque das Nações, em Lisboa. Foi aí que o evento de música decorreu nos últimos três anos.

O cartaz da próxima edição do Super Bock Super Rock, que se tornará em 2019 o primeiro festival de música português a atingir o marco de 25 edições consecutivas, começará a ser anunciado nos próximos dias, adiantou a organização:

Está a construir-se um cartaz para três dias de festival, coeso, consistente e relevante, pensado para os amantes da boa música, e sempre atento e acompanhando as tendências do momento, contando com nomes de referência, mas também apresentando o talento emergente, nacional e internacional”, referia o comunicado.

Considerando o cenário do Meco “idílico”, os organizadores lembram que os espetadores estarão “a minutos de distância a pé da Lagoa de Albufeira”, num “local conhecido pelas praias e frequentemente associado a momentos de descontração, em férias ou fins de semana” e numa zona “com paisagens únicas e arrebatadoras, onde se encontram algumas das zonas de maior valor patrimonial, ambiental e paisagístico da região, como o Santuário do Cabo Espichel, as pegadas de dinossauros ou a Lagoa Pequena”.

Terreno será “diferente” e haverá alternativas de transporte a partir de Lisboa

O regresso ao Meco deve-se à vontade de voltar a proporcionar ao público “uma experiência de festival única e fora do ambiente citadino dos cenários do quotidiano”, refere a organização. “O local onde estará instalado o recinto de concertos é um terreno diferente daquele que o público já conhece das edições anteriores, e onde existe já um tapete de vegetação, que será agora tratado de modo a assegurar um piso verde natural, onde estarão instalados os vários palcos do Super Bock Super Rock“, acrescentou o comunicado.

A realização do Super Bock Super Rock nesta zona é uma forma de dar a conhecer a milhares de visitantes, portugueses e estrangeiros, todo o potencial turístico do concelho, e é um estímulo para a economia local, muito assente na hotelaria, restauração e, cada vez mais, nas empresas de atividades de aventura ligadas ao mar e à Serra da Arrábida”, referiu ainda a nota enviada pela organização.

Os portadores do passe geral para os três dias de festival terão à sua disposição campismo gratuito, entre a véspera do primeiro dia de concertos (quarta-feira, 17 de julho) e o dia posterior à última noite de concertos (domingo, 21).

Para assegurar a movimentação dos festivaleiros, o Super Bock Super Rock irá garantir “oferta de alternativas de transporte direto a partir de Lisboa, e regresso ao final do dia, cujo uso se recomenda”. Haverá também “autocarros gratuitos para a praia, que farão o percurso entre a Herdade do Cabeço da Flauta e a Praia do Meco, bem como o Caminho Pedonal com acesso direto à Lagoa de Albufeira”.

Quanto ao estacionamento e ao trânsito em direção ao Meco em dias de festival (um dos aspetos mais problemáticos das edições de 2010 a 2014, a par do pó que se levantava no recinto, que à partida será contornado com a instalação dos palcos numa zona de “piso verde natural”), as promessas são de que existirá “capacidade para acolher milhares de automóveis” e que “será feita a gestão do trânsito na estrada que liga a rotunda do Marco do Grilo ao festival”. Os organizadores lembraram ainda que “há hoje formas alternativas de chegar até à Rotunda do Marco do Grilo, nomeadamente usando a A33, que não existia em 2014, aquando das últimas edições do Super Bock Super Rock realizadas no Meco”.

O primeiro lote de bilhetes para a edição de 2019 do festival vão ser postos à venda esta terça-feira na Blueticket e nos locais habituais. O passe para os três dias custa 105 euros e o bilhete diário 55 euros.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: gcorreia@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)