MotoGP

Miguel Oliveira ambiciona título mundial de MotoGP “o quanto antes”

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O piloto Miguel Oliveira afirmou que ambiciona conquistar o título de campeão do mundo em MotoGP "o quanto antes" e acredita que o ano de estreia na categoria 'rainha' pode ser determinante.

Miguel Oliveira sagrou-se vice-campeão de Moto2 na última temporada, depois de já ter sido o segundo classificado no Mundial de Moto3, em 2015

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O piloto Miguel Oliveira afirmou esta quinta-feira que sonha conquistar o campeonato do mundo de MotoGP o mais cedo possível e que o ano de estreia na categoria ‘rainha’ pode ser determinante para atingir esse objetivo.

“Ser campeão do mundo obviamente que está nos meus planos. É preciso entender a minha circunstância este ano, com uma mota que foi pensada para estar entre o 10.º e o 15.º lugar, mas esta etapa vai ajudar-me muito para que, quando a mota estiver a um nível alto, possa lutar pelo título de campeão do mundo de MotoGP”, disse o piloto português, acrescentando que quer que isso aconteça “o quanto antes”.

Depois de ser vice-campeão do mundo em Moto3 e Moto2, Miguel Oliveira acredita que pode atingir o lugar mais alto em MotoGP.

“Tenho todas as armas para poder lutar pelo título mundial. Trabalho pelo meu sonho, pelo meu objetivo e vou acreditar sempre até final”, afirmou.

Depois de terminada a última época, Miguel Oliveira teve já oportunidade de testar a KTM RC16 no circuito de Jerez de La Frontera, em Espanha, revelando que para pilotar uma mota de MotoGP vai ter de “voltar à escola”.

“Foram dois dias muito estranhos, com sensações novas, caras novas dentro da box. Tenho de me readaptar a tudo e voltar à escola para aprender como se anda numa mota daquelas”, assume o piloto, que sublinha que as diferenças são, principalmente, a potência de aceleração e de travagem, a eletrónica e as trajetórias.

“As coisas passam-se a uma velocidade muito maior e claro que tenho de aprender a guiar uma mota de MotoGP, porque o estilo de condução é muito diferente do de Moto2”, reconhece.

Na próxima época, ao serviço da equipa Tech3 KTM, Miguel Oliveira vai envergar o número 88, depois de durante toda a carreira ter usado o 44. O piloto de Almada explica que “como em MotoGP tudo é o dobro, o único número que fazia sentido era o 88”.

Na última temporada, Miguel Oliveira sagrou-se vice-campeão de Moto2 depois de já ter sido o segundo classificado no Mundial de Moto3, em 2015.

Tendo em vista a preparação da nova época, os pilotos voltam à ação no dia 1 de fevereiro, na Malásia.

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