Os ‘ratings’ do BPI  e do Santander foram aumentados pela agência de notação financeira norte-americana Standard and Poor’s.

Na dívida a curto prazo, o ‘rating’ do Santander subiu para A-2, “dentro do grau de investimento”, e no longo prazo, a classificação subiu para BBB, nota o comunicado do Santander. As perspetivas (‘outlook’) para o banco mantêm-se estáveis, de acordo com a avaliação da Standard & Poor’s comunicada pelo Santander. Segundo a agência, “os ‘ratings’ do Santander são os mais elevados” entre os bancos avaliados em Portugal, que durante a crise “permaneceram focados na redução da forte exposição aos NPEs [crédito malparado]”, ao passo que o Santander pôde “fortalecer ainda mais os perfis comercial e financeiro”.

A subida do ‘rating’ do Santander segue-se à subida da notação financeira de Portugal, que passou de BBB- para BBB, e que foi divulgada na sexta-feira.

O ‘rating’ do BPI subiu igualmente para BBB, tal como o do Santander, e a subida é justificada pela agência de notação pela “qualidade dos ativos” do banco, que é “mais forte em comparação com os pares domésticos”. O banco liderado por Pablo Forero foi ainda avaliado com uma perspetiva (‘outlook’) estável, o que “reflete a perspetiva sobre Portugal e a expetativa de que o BPI vai continuar a ser uma subsidiária altamente estratégica do CaixaBank nos próximos 24 meses”.

A subida do ‘rating’ do BPI segue-se à subida da notação financeira de Portugal, que passou de BBB- para BBB, e que foi divulgada na sexta-feira, e à do Santander, hoje divulgada pela Standard & Poor’s.