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Resgatados com vida os 11 feridos, todos graves, na derrocada na Madeira

Este artigo tem mais de 2 anos

São 11 os feridos na derrocada na Madeira — não 6, como avançado pelas autoridades até agora. Todos são considerados graves. As vítimas são turistas

De acordo com o Diário de Notícias da Madeira, as vítimas ficaram soterradas num local a três horas de distância da estrada principal
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De acordo com o Diário de Notícias da Madeira, as vítimas ficaram soterradas num local a três horas de distância da estrada principal

Soraia Pires / Observador

De acordo com o Diário de Notícias da Madeira, as vítimas ficaram soterradas num local a três horas de distância da estrada principal

Soraia Pires / Observador

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São 11, não seis como avançado até agora pelas autoridades, as vítimas da derrocada que atingiu um grupo de turistas no Calderão Velho, na Madeira, confirmou a Proteção Civil ao Observador. Todos foram resgatadas com vida, embora sejam “considerados graves”, explicou Marco Lobato, comissário da Polícia de Segurança Pública (PSP).

O alerta à Proteção Civil da Madeira foi dado às 13h57 desta quarta-feira, possivelmente por uma das vítimas do incidente. Foram enviados para o local 13 viaturas, mais de 50 operacionais e ainda um helicóptero. Ao início, tanto a PSP como Dinarte Fernandes, presidente da Câmara de Santana, indicavam a existência de seis vítima. Afinal são 11, explica a Proteção Civil ao Observador. E estão todas a salvo.

A derrocada terá acontecido num local a três horas de distância da estrada principal, o que dificultou as operações de resgate.

Em declarações à Rádio Observador, o presidente da Junta de Freguesia de Santana, Ricardo Teixeira, rejeitou que haja responsabilidades das autoridades neste acidente. “Aquilo é rodeado por montanha, é árvore de um lado e árvore do outro, e rocha. São sempre zonas que oferecem perigos, mas também não há outra maneira de salvaguardar”, disse. “Faz-se bem o percurso a pé, mas é claro que a pessoa que faz aquele trajeto está sempre sujeito à queda de uma árvore ou de uma rocha.”

Rubina Macedo, guia turística especializada em visitas às levadas da Madeira, incluindo ao Caldeirão Verde, rejeitou a hipótese de haver “falta de segurança” no local do acidente. “Quando estamos lá em cima temos de ter alguma precaução, mas não sinto que seja esse o problema.”

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