Vinte e sete homens foram acusados pelo Ministérios Público (MP) suspeitos da prática de crimes de discriminação racial, religiosa ou sexual e também de homicídio qualificado, avança o Público. Os atos criminosos remontam, pelo menos, a junho de 2015. Segundo a TVI24, estão ligados aos Hammerskins, um grupo de extrema-direita e supremacia branca.

De acordo com o MP, os acusados “agiram com o propósito de pertencer a um grupo que exaltava a superioridade da ‘raça’ branca”. Ao integrarem este grupo, o objetivo era “desenvolver ações violentas contra as minorias raciais, assim como contra todos aqueles que tivessem orientações sexuais e políticas diferentes das suas”.

De acordo com o mesmo jornal, estes homens foram também indiciados por ofensas à “integridade física qualificada, incitamento à violência, dano com violência, detenção de arma proibida, roubo, tráfico de estupefacientes e tráfico de armas”.

O MP avançou ainda que duas pessoas foram gravemente feridas com facas e outros objetos cortantes. Entre os ataques alegadamente perpetuados pelos arguidos houve o propósito de matar e de “fazerem seus, danificarem, partirem e destruírem bens dos ofendidos.