Dark Mode 197kWh poupados com o Asset 1
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica. Saiba mais

Logótipo da MEO Energia

Covid-19. Menos novos casos, mas internamentos continuam a subir

Internamentos não aumentaram tanto como ontem mas continuam em reta crescente: nos cuidados intensivos estão quase 500 pessoas em Portugal. Número de novos casos é o mais baixo dos últimos 7 dias.

i

NurPhoto via Getty Images

NurPhoto via Getty Images

Portugal registou esta segunda-feira mais 4.044 novos casos positivos de SARS-CoV-2 e mais 74 mortes por Covid-19. Apesar de a curva continuar ascendente, este é o valor mais baixo de novos casos dos últimos sete dias — os dados desta segunda-feira dizem respeito ao domingo, que é por norma um dia de menor reporte de ocorrências no sistema. Na última segunda-feira tinham sido registados mais 3.996 novos casos e de lá para cá a fasquia fixou-se sempre acima dos 5 mil e dos 6 mil novos casos diários.

É nos internamentos, contudo, que as atenções mais estão concentradas. Numa altura em que o Governo aponta recorrentemente para a elevada pressão que existe no SNS, sendo preciso diminuir os contágios para os hospitais aguentarem a pressão de novos doentes a chegar, os números voltaram a atingir novos máximos: há mais 90 pessoas hospitalizadas, num total de 3.241 internamentos em todo o país (número mais alto de sempre, e o dobro do registado no pico da primeira vaga, em abril).

E há mais sete pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos (UCI) do que na véspera, o que faz com que o total de doentes internados em estado grave em todo o país esteja muito perto dos 500: são atualmente 498 os internados em UCI. Nunca o número foi tão alto.

O boletim diário da Direção-Geral de Saúde aponta, também, para mais 74 óbitos, que se juntam aos 73 mortos registados no domingo. Há também mais 3.908 doentes recuperados, o que faz com que haja já um total de 176.827 recuperados em todo o país. Assim, subtraídos os novos recuperados e as mortes, há mais 62 casos ativos e um novo máximo: 84.004 casos ativos em Portugal desde o início do surto.

Mais uma vez, é no Norte do país que se concentra a maior parte dos novos casos, com um total de 2.258 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. Foi também no Norte que se registaram mais mortes: 35 dos 74 óbitos a lamentar. Tal representa 55,8% das novas infeções, o que significa que 55 em cada 100 novos infetados se encontra no norte do país.

Logo a seguir aparece a região de Lisboa e Vale do Tejo, que regista 26% dos novos casos de infeção, com 1.052 casos do total de 4.044 novos casos registados. A par do Norte, foi também em Lisboa que morreram mais pessoas entre domingo e segunda-feira: 26 das 74 mortes registaram-se nesta região do país.

De resto, segue-se a região Centro, com 490 novos casos (12%), e mais 10 mortes; depois o Algarve, com mais 126 casos nas últimas 24 horas (3%) e uma morte; depois o Alentejo, com mais 68 casos (1,7%) e 2 mortos; depois os Açores com mais 31 casos (0,8%) e a Madeira com mais 19 novos casos, o que representa apenas 0,5% do total de novas infeções registadas nas últimas 24 horas (ambos sem mortes a registar).

Desde que começou a pandemia em Portugal, houve uma vítima com menos de 9 anos, quatro na faixa dos 20-29 anos e seis com entre 30 e 39 anos. O número de óbitos desagregados por idade acelera a partir daí: 37 com cerca de 40 anos, 118 na faixa dos 50-59 e 331 com entre 60 e 69 anos. Depois, com entre 70 e 79 anos já houve 795 óbitos e os restantes 2.679 eram pessoas com mais de 80 anos.

Dos 74 óbitos que se registaram este domingo (que constam do Boletim de segunda-feira), a maior parte trata-se de idosos com mais de 80 anos, tendo morrido 23 homens e 23 mulheres nesta faixa etária. Há, contudo, mais quatro óbitos na faixa etária dos 50 anos (três homens e uma mulher), assim como há três óbitos na faixa etária dos 60 anos (todos do sexo masculino).

Entre os 70 e os 79 anos morreram mais 14 homens, nas últimas 24 horas, e mais sete mulheres nesta faixa etária.

Recomendamos

A página está a demorar muito tempo.