O alemão Sebastian Vettel figura por direito próprio entre os melhores pilotos de Fórmula 1 e os quatro títulos de campeão do mundo conquistados ao volante dos carros da Red Bull/Renault provam isso mesmo. Em 2015, mudou-se para a Ferrari, agastado pela falta de competitividade da Red Bull, que deixou de possuir, provavelmente, o melhor chassi e motor. Mas não apanhou a marca italiana no seu melhor momento, pelo que os seis anos de contrato se saldaram em somente 14 vitórias e zero campeonatos – pouco para as ambições da equipa.

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Depois de uma lamentável época de 2020, com um carro pouco competitivo, mas em que foi sistematicamente batido por Charles Leclerc, o seu jovem e mais barato companheiro de equipa, Vettel foi “convidado” a sair e arranjou um lugar na Racing Point, entretanto rebaptizada Aston Martin/Mercedes.

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Curiosamente, ainda a época de 2021 não começou e já Vettel colocou à venda toda a sua colecção de modelos de estrada da Ferrari, bem como três outros veículos. O piloto não especificou se está apenas a libertar espaço na garagem para acolher os modelos da Aston Martin, ou se a venda se trata da consumação do penoso divórcio sobre rodas.

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Tom Hartley Junior foi a empresa encarregada de colocar no mercado os cinco Ferrari, personalizados pela marca para o então seu piloto número um, sendo possível encontrar no site um Ferrari F50 de 1996, com apenas 6940 km, e um Ferrari Enzo de 2004 com uns míseros 1790 km, além de um Ferrari LaFerrari de 2016, com 490 km, um Ferrari F12 TDF também de 2016 (1189 km) e um Ferrari 458 Speciale de 2015.

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Aos cinco carros italianos, Vettel juntou um Mercedes AMG SL65 Black Series, prémio por ter vencido o Grande Prémio de Abu Dhabi de 2009 (2816 km), um Mercedes SLS de 2010 e um BMW Z8 de 2002. E agora que a garagem está mais vazia – o piloto alemão tem tendência para coleccionar aquilo de que gosta –, está tudo pronto para começar a receber os Aston Martin.

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