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Até os jogos mais discretos de Bruno valem pontos: uma assistência, um golo, uma vitória para o United

Bruno Fernandes não fugiu ao jogo discreto do Manchester United frente ao Newcastle após a goleada frente à Real Sociedad mas foi a tempo de assistir e marcar para nova vitória em Od Trafford (3-1).

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Bruno Fernandes passou a ser o jogador da Premier League com mais ações de golo, entre remates certeiros (15) e assistências (dez)

Bruno Fernandes passou a ser o jogador da Premier League com mais ações de golo, entre remates certeiros (15) e assistências (dez)

A Premier League continua a baralhar e trocar de posições entre a segunda e a sétima posições, com o Manchester City a destacar-se na liderança da prova através de uma série de 13 vitórias seguidas (e a contar…) e a dupla United-Leicester a ser aquela que, nesta fase, mais faz para que o conjunto de Pep Guardiola não descole em definitivo no topo da classificação. Ponto comum entre as três equipas? Ao contrário do que costuma acontecer, todas têm mais pontos conquistados como visitantes do que em casa. E se, apesar de tudo, City e Leicester começam a estabilizar nesse ponto, incluindo os foxes que ganharam três dos últimos quatro encontros no King Power Stadium, esse era nesta fase o problema do conjunto de Solskjaer. Um problema que, em termos exibicionais, não foi ultrapassado até ao segundo golo. No entanto, apareceu aquele que apelidaram de “Brutal One” após o último jogo.

“Ele quer sempre fazer a próxima coisa corretamente e quer fazê-la no melhor das suas capacidades. Isso é um atributo muito bom e uma qualidade muito boa de se ter. Nunca descansa sobre os feitos. Se marca dois golos, quer três. Se faz uma assistência, quer mais outra. Ele conduz todos os outros. Claro que, algumas vezes, conduz demasiado e quer fazer demasiado. Penso que, esta noite, jogou muito bem na posição, esteve nos espaços onde o queríamos e deu para ver quão eficiente é”, tinha destacado Solskjaer após a goleada frente à Real Sociedad, falando sobre Bruno Fernandes, marcador dos dois primeiros golos. No meio dos elogios, o norueguês deixou um reparo ao “excesso de voluntarismo” do internacional português. Contra o Newcastle, foi esse excesso e a entrega ao jogo que se revelaram determinantes, com mais um golo (de penálti) e uma assistência na vitória por 3-1.

Mais um bis, 21 golos em 36 jogos e muito futebol: Bruno Fernandes tem nova noite de gala (agora no estádio de Ronaldo)

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Mesmo fazendo um jogo discreto como o resto da equipa até à última meia hora, altura em que os visitados tiveram a quebra definitiva e o Manchester United assumiu o controlo da partida, Bruno Fernandes chegou aos 15 golos e às dez assistências na Premier League, algo que apenas três jogadores tinham conseguido na história do clube e que, na presente temporada, apenas dois já alcançaram (Harry Kane e Thomas Müller). Mais um registo para um jogador que chegou há pouco mais de um ano a Old Trafford e continua a multiplicar elogios.

Com quatro alterações em relação ao conjunto que goleou a Real Sociedad na Liga Europa e em todos os setores, o Manchester United sentiu grandes dificuldades com as zonas de pressão mais altas desenhadas pelo Newcastle, que colocaram problemas aos visitados por não quererem entrar num jogo mais direto tendo em conta o poderio físico da defesa contrária. Joelinton, numa segunda bola ganha após canto perante a passividade da defesa da casa, deu a possibilidade a David de Gea de brilhar com uma grande intervenção logo aos quatro minutos, seguindo-se mais tarde uma outra defesa segura a remate de Almirón (27′). Os red devils tinham grandes problemas em criar oportunidades mas conseguiram ser eficazes na inspiração individual, com Rashford a inaugurar o marcador com um remate ao primeiro poste após a diagonal para o meio que apanhou Darlow em movimento contrário (30′).

[Clique nas imagens para ver os golos do Manchester United-Newcastle em vídeo]

A vantagem poderia ser aquilo que o conjunto de Solskjaer precisava para estabilizar o seu jogo mas, na sequência de mais uma bola parada com descoordenações defensivas e cortes mal feitos, o Newcastle chegou ao 1-1 apenas seis minutos depois, com Saint-Maximin a aproveitar um desvio de Maguire para a zona errada para encher o pé e não dar hipóteses a De Gea. O intervalo chegaria com um empate, o arranque do segundo tempo trouxe a melhor versão dos magpies, que fizeram com que o Manchester United mal passasse do seu meio-campo nos minutos iniciais entre mais uma ameaça de Saint-Maximin (50′) antes de uma reação que culminou com o golo de Daniel James num lance onde foi atribuída a assistência a Bruno Fernandes pelo ligeiro toque que deu numa bola que tinha sido passada para si por Matic e que sofreu ainda um desvio até chegar ao avançado (57′). Depois, apareceu o golo da ordem: Willock fez falta sobre Rashford na área e o português marcou de penálti (75′).

Nos últimos minutos, e já depois de boas oportunidades de Greenwood e Maguire travadas por Darlow, houve um outro momento que mereceu destaque (e que poderá ser recordado daqui a uns tempos): Shola Shoretire, ala de 17 anos nascido em Newcastle e com origens nigerianas que é apontado como uma das maiores promessas que saíram da formação do clube, teve a primeira experiência no conjunto principal, entrando para o lugar de Marcus Rashford. A comparação com Ronaldo pode ser exagerada mas confiança entre os responsáveis não falta

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