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Como incentivar a mudança de comportamentos para acelerar a transição energética e potenciar poupanças para as famílias e até maximizar a receita do Estado? A equação está na proposta apresentada pela APREN (Associação Portuguesa de Energias Renováveis), a partir de um estudo da consultora Deloitte que defende uma mini-revolução nos impostos sobre a energia, já a partir do próximo ano, ainda que de implantação gradual até 2030, quando Portugal tem de cumprir metas de redução de emissões mais ambiciosas.

Os promotores da iniciativa defendem que esta é uma proposta sistemática que procura alinhar a fiscalidade e a política energética, corrigindo incongruências que ainda existem na taxação das diversas formas de energia, entre as intenções e a prática. E sublinham que as alterações defendidas não devem ser “retiradas do contexto”. Mas há algumas que dão mais na vista.

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