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© Horan, Christian

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Pierre Gruneberg. Aos 88 anos, o instrutor de natação das estrelas recusa-se a pendurar os calções /premium

Estreou-se como mestre de natação aos 19 anos, na célebre piscina do Grand-Hôtel Cap-Ferrat, onde ensinou os VIP a nadar, de Brigitte Bardot aos filhos de Chaplin ou Paul McCartney. E deixa uma dica.

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A frase resume tudo com uma categoria olímpica. “As minhas gravatas estão em Paris, os meus calções de banho em Cap-Ferrat, os meus esquis em Courchevel”. Uma santíssima trindade do mais secular lifestyle, ou um ritual com décadas para Pierre Gruneberg, que assim definia a sua rotina sazonal ao Le Point, em 2016. Foi nesse mesmo ano que conseguiu mais uma proeza. Pela primeira vez, em 55 anos, Jimmy Iovine, o produtor e co-fundador da Interscope Records, comprada em 2004 pela Apple, perdia o medo da água e arriscava-se numa piscina. Hoje, nada cinco vezes por semana. Obra e graça daquele é (muito provavelmente) o instrutor mais famoso do mundo.

Construída em 1939, a piscina do Club Dauphin rapidamente se tornou a imagem de marca do Grand-Hôtel du Cap Ferrat, um luxuoso refúgio debruçado sobre o azul do Mediterrâneo. 80 anos depois, permanece um marco nesta unidade do grupo Four Seasons. Incrustada na costa rochosa que liga Nice ao Mónaco, em plena Côte d’Azur, destaca-se pela sua água salgada, pelos três metros e meio de profundidade, e pela temperatura de 28 graus. Mas o detalhe mais quente desta história amena costuma envergar uma tanga Speedo e recusa-se a pendurá-la, apesar dos seus 88 anos, quase 70 dos quais passados à beira daquele retângulo idílico onde muitas celebridades encetaram ou melhoraram os seus dotes de nadadores — há mesmo quem tenha vencido de vez a aquafobia e quem tenha provado que nunca é tarde para ensaiar as primeiras braçadas.

“Bem, devido à minha profissão, faço esqui a maior parte do inverno e nado a maior parte do verão”, responde Pierre por email ao Observador, como se estivesse a começar. “Todos os dias aprendo qualquer coisa. Quando tento perceber o que me pode ajudar na vida, aproximo as minhas mãos e crio um triângulo unindo os meus polegares e os restantes dedos”. Imaginamo-lo em pose meditativa, algures entre braçadas, alheio à iminência de uma reforma, com uma sabedoria para implentar tanto na água como em terra firme. “Faz o que amas e ama alguém que te ame. Voilà e saudações calorosas”, despede-se.

Uma constelação de nadadores

Pierre Gruneberg é o maître nageur por excelência, uma figura de culto cuja vida e bronzeado eterno se confunde com a do próprio hotel, entre 240 espreguiçadeiras, chapéus de sol e cabanas privativas para uma experiência ainda mais exclusiva na localidade de Saint-Jean-Cap-Ferrat. Do século XX para o XXI, a grande incógnita é sempre quem será o aprendiz seguinte do veterano. “Quem tirará proveito das lições do mestre? Um plutocrata de férias? Uma estrela de cinema, uma lenda do rock ou um magnata da indústria da moda? Pode ser cada um destes e todos eles”.

© Christian Horan

Corria o ano de 2004 quando as perguntas retóricas do The Guardian ajudavam a contar a história do homem que orientou várias gerações de clãs no Club Dauphin, fosse para começar a aprendizagem do zero ou para melhorar a técnica das celebridades. Andrew Lloyd Webber, Jean-Paul Belmondo, Soraya Esfandiary, Tina Turner, Shirley Bassey, Sasha Distel, Gérard Depardieu, Elton John, Liz Taylor, Gianni Agnelli, Aristotle Onassis, Ralph Lauren, Doreen Chanter, Nick Foulkes, Robin Williams, Domenico Dolce, Bono, etc., etc., etc., compõem uma infindável lista, que inclui ainda os filhos de Chaplin ou do ex-Beatle Paul McCartney, que por aqui se estrearam.

Destaque ainda para dois habitués, que apesar de dispensarem o contacto com as lições e a água salgada brindaram o mestre com os seus preciosos desenhos. Assim aconteceu com Picasso e Jean Cocteau, espólio até hoje evocado pelo hotel. Mas o maior tesouro será porventura os inúmeros episódios que Gruneberg ocasionalmente partilha, uma autêntica memória viva. Se McCartney terá acusado medo de um encontro com alforrecas durante um mergulho no mar, o designer Ralph Lauren revelou ansiedade e problemas a coordenar a respiração.

Uma caminhada, uma “grande lata” e uma resposta certeira

Conhecido pelos seus chapéus de palha cónicos, Pierre nasceu em Colónia em março de 1931, no seio de uma família judia, que se instala em Paris dois anos mais tarde, em fuga do regime nazi. O pai era advogado, a mãe professora, mas Pierre sempre se orientou pelas disciplinas desportivas — “Toda a vida fui um pedagogo do desporto”, lê-se em Lettres à Pierre 1965-1991 – Éditions du Rocher 2003, a correspondência mantida com a mulher com quem trocou alianças pela primeira vez.

Esboços oferecidos por outros mestres, agora Picasso e Jean Cocteau, com quem Pierre privou na Riviera francesa © Grand-Hôtel du Cap Ferrat/Montagem Raquel Martins

Em 1946 tornou-se guia turístico em Paris. Em 1948, formou-se como nadador salvador. Um ano mais tarde, enquanto fazia uma caminhada pela Riviera francesa, numa fase em que procurava emprego temporário, apaixonou-se por Cap Ferrat e pela piscina do Grand Hotel. O jovem instrutor Gruneberg, de apenas 19 anos, passara já por alguns hotéis em Nice e em Cannes, como o Negresco e o Carlton, mas as aulas eram dadas no mar e Pierre preferia ensinar numa piscina.

Em 1959, “graças à sua lata”, recorda o próprio hotel, conseguiu conhecer o diretor do Grand-Hôtel du Cap Ferrat e a lábia e traquejo para as línguas valeu-lhe a admissão. Ao Riviera Reporter, em 2012, contou ainda como a prudência numa resposta foi decisiva para garantir o lugar de sonho, depois de ter feito uma longa caminhada de Nice até Cap Ferrat, o equivalente a 10 quilómetros. “Mal vi a piscina percebi que aquilo era o melhor sítio do mundo. Claro que não tinha hora marcada com o responsável, o sr. Voyenne, e o concierge convidou-me a sair, mas eu esperei. Ao fim de duas horas, o sr. Voyenne concordou em receber-me por alguns minutos. Perguntou que experiência tinha como instrutor e eu confessei que não tinha nenhuma, mas que sabia falar alemão, inglês, italiano e espanhol. Perguntou-me a idade, foi ao fundo da sala, e voltou com a fotografia de quatro beldades. ‘O que achas destas raparigas?’. Eu sabia que o meu destino dependia da minha resposta. Nervoso, respondi que estava ali para trabalhar, não para caçar raparigas. Uma semana depois, assinei contrato”.

Foi também durante a década de 50 que se começou a dedicar à sua outra paixão. Pierre tornou-se monitor nacional da Escola Francesa de Esqui, em Courchevel, chegando mesmo a acompanhar a equipa gaulesa aos Jogos de Melbourne, em 1956, na qualidade de fisioterapeuta, outra especialidade em que se formou. Em 1966 introduziu em França a técnica do esqui evolutivo que permitia rápidos progressos aos alunos através da utilização de esquis curtos enquanto debutavam.

A ensinar crianças ou a melhorar os dotes de figuras como Bono, dos EUA, ou o ator Jean Paul Belmondo. Uma vida dedicada à piscina © Grand-Hôtel du Cap Ferrat/Montagem Raquel Martins

Mas a modalidade por excelência durante os meses estivais continuou a ser a natação e o seu ensino. Foi aliás na piscina que travou conhecimento com as mulheres com quem se casou, que começaram por ser suas alunas. Silvia Monfort foi a sua grande paixão, interrompida pela morte da atriz em 30 de março de 1991. O casal, que estava junto desde que se conheceu, em 1962, formalizara a união apenas um ano antes, em maio de 1990. Em 1996, e de forma a perpetuar a sua memória e legado, Pierre criou a Associação Silvia Monfort, que a cada dois anos concede um prémio aos mais promissores talentos no mundo do teatro.

“Fui viúvo durante dez anos e então conheci a minha segunda mulher, quando dava aulas em Inglaterra, numa ação promocional do hotel. Namorámos dez anos e casámo-nos quando eu tinha 80. Ela tem menos vinte anos que eu para nós a idade não conta. Estamos muito apaixonados, que é o segredo de um casamento feliz. O amor é suficiente”, recordou num artigo da Bolder.

"Fui viúvo durante dez anos e então conheci a minha segunda mulher, quando dava aulas em Inglaterra, numa ação promocional do hotel. Namorámos dez anos e casámo-nos quando eu tinha 80. Ela tem menos vinte anos que eu para nós a idade não conta. Estamos muito apaixonados, que é o segredo de um casamento feliz. O amor é suficiente".
Pierre Gruneberg, à Bolder

O método ABC ou como aprender a nadar com uma tigela de salada

É possível aprender a nadar sem molhar sequer um dedinho do pé? Aparentemente, sim. Em bom rigor, a lição de Gruneberg começa à mesa, frente a uma… tigela de salada, neste caso cheia de água. É este o ritual de primeiro embate para quem começa do ponto zero e, em especial, para quem revela fobia da água e manifesto embaraço ao respirar neste contexto.

A lição de Gruneberg começa à mesa, frente a uma... tigela de salada, neste caso cheia de água. É este o ritual de primeiro embate para quem começa do ponto zero e, em especial, para quem revela fobia da água e manifesto embaraço ao respirar neste contexto.

O célebre método que desenvolveu a partir de 1953 ficou conhecido por ABC, ou Aquatic Breathing Control, também divulgado com o popular nome de “método da saladeira”. Na prática traduz-se na máxima advogada até hoje pelo maître nageur: “A respiração é essencial, os movimentos são secundários”. Não por acaso descreveu que “o nariz é o chefe de orquestra desta sinfonia respiratória dentro de água”.

O método, ou La Methode de Pierre Gruneberg, chegou mesmo a ser patenteado e uma breve passagem pelo YouTube oferece as coordenadas para testar o procedimento em casa. O princípio é o controlo da forma como respiramos antes de entrarmos numa piscina, iniciação que permite afogar de vez o incómodo sentimento de sufoco e opressão muitas vezes sentido na água. “Há muitos anos descobri que o maior problema das pessoas era por a cabeça debaixo de água, abrir os olhos e respirar”, apontou ao The Guardian, caracterizando boa parte dos seus alunos. Cinco em cada 20 pessoas não sabem nadar de todo, enquanto uma em cada 10 sabem nadar mal mas falta-lhes confiança e respiram de forma incorreta. Têm bom remédio. Procurá-lo entre junho e setembro, duração desta temporada no Mediterrâneo — garante que em uma semana resolve a inabilidade até dos mais desastrados e medrosos.

Uma imagem aérea da célebre piscina, de 2011, quando o hotel recebeu o prestigiado estatuto de "Grande Palácio", então nova classificação no setor © Valery Hache/AFP/Getty Images

AFP/Getty Images

Quando o mercúrio começa a descer, Pierre parte para os Alpes franceses, onde distribuiu quase tantas lições como na piscina. Evite, por favor, é sucumbir a uma memória de peixe, como outrora aconteceu com Victoria, uma das filhas de Charlie Chaplin, de quem Pierre não guarda a melhor das recordações, um encontro descrito ao Riviera Reporter. “Foi o desapontamento que tive. Ensinei-a nadar com cinco anos. Na altura escreveu-me uma carta muito doce. Anos mais tarde, quando tinha 22 e trabalhava num circo com o marido, fui vê-la. No final disse-lhe que tinha sido eu quem a ensinou a nadar. ‘Ah, a sério?'”.

Um diamante chamado Grand-Hôtel

No verão de 2018, o The Times recuperava um dado pouco familiar à maioria dos viajantes. Terá cabido aos escoceses a invenção do turismo no sul de França ainda no século XVIII, ou pelo menos boa parte dessa tradição começou graças ao poeta Tobias Smollett, que andou por território gaulês e cuja reunião de cartas redigidas nas estâncias onde se instalou resultou nuns dos primeiros guias turísticos. Em Nice, por exemplo, insistiu em explorar as ruas e mergulhou nas águas do mar para um banho retemperador, proeza que horrorizou os locais (os mergulhos eram quase sempre involuntários e muitas vezes revelavam-se fatais).  E certamente ter-se-ia perdido de amores deste Grand-Hôtel, se acaso ele já existisse na altura.

Na viragem para o século XX, Cap-Ferrat não passava de postal de rochas e vegetação que apenas começaram a ser domadas quando a construção ganhou terreno na zona. Foi por essa altura que a pequena península foi comprada pela rei Leopoldo II da Bélgica. Parte da sua propriedade haveria de ser vendida a uma empresa mas cerca de seis hectares de terra viriam a servir de pouso para o hotel, que começou a ser edificado em 1908 e anos mais tarde passaria para as mãos da viúva Madame Ferras, avó do famoso violinista Christian Ferras.

Um éden da Riviera, entre Nice e Mónaco. O Grand-Hôtel é um destino exclusivo que sobreviveu à II Guerra © Christian Horan

Com o rebentar da I Guerra Mundial, pouco depois da chegada dos novos donos, o hotel foi convertido num hospital. Corria o anos de 1922 quando dois profissionais do ramo hoteleiro, Henri Dehouve e André Voyenne, adquiriram a maioria da empresa gestora e passaram a liderar os destinos do hotel ao longo dos vinte anos seguintes, um período atravessado pela Grande Depressão e pela II Guerra Mundial. Em paralelo, também uma fase de enorme revolução nos hábitos do turismo e alojamento.

Até 1930, poucos a viajantes, à parte uns quantos escritores e artista de vanguarda, elegiam a Riviera como destino de férias de verão. Os escassos forasteiros buscavam sobretudo um pouco de paz e tranquilidade (e cultivar a aura de excentricidade). As câmaras do cineasta alemão G.W. Pabst chegaram a Cap-Ferrat precisamente no verão de 1933. Sem orçamento para rodar o seu Dom Quixote em Espanha, aterrou por ali, com o protagonista Chaliapine. Acabariam por fazer check in no Grand-Hôtel e lançar assim uma tendência que ano após ano começou a atrair outros curiosos, suspensa pelo grande conflito na Europa.

Poucas semanas depois da eclosão da II Guerra, em 1939, o hotel mergulhava nas trevas por seis anos. Em março de 1944, a península chegou mesmo a ser evacuada e o terreno minado, em vésperas do desembarque dos Aliados. As explosões destruíram o famoso farol, mas o hotel e a sua afamada piscina sobreviveram a estes anos.

O ator e realizador Charlie Chaplin (1889 - 1977) com a filha Josephine durante umas férias na sua villa em Saint-Jean-Cap Ferrat, em 15t de julho de 1957 © Keystone/Hulton Archive/Getty Images

Getty Images

Se a história de Pierre se confunde com a de Cap Ferrat o contexto mudou muito ao longo do tempo. Quando Gruneberg começou, só havia um “um pequeno snack-bar e 99% dos clientes eram franceses”, muitos deles oriundos das vilas contíguas. Nada que se compare à clientela atual, sobretudo internacional. Os números também são outros. O instrutor que chegou a dar 40 aulas de natação por dia, fica-se hoje por uma média de 3, talvez mais para refrescar a lenda que outra coisa.

Se planear umas férias de sonho, saiba que uma rápida simulação de reserva de quatro noites para duas pessoas em setembro ascende aos 3100 euros. Quanto às estrelas, a tradição saída da era dourada dos anos 50 e 60, mantém-se. O hotel, que preserva uma invejável seleção de vintages e 600 referências na carta, e se orgulha de apresentar o restaurante Le Cap (com o dedo do chef Yoric Tièche, estrelado pela Michelin), tanto recebe milionários russos como estrelas de Hollywood. Foi aqui que Nicole Kidman se instalou quando rodou “Grace” do Mónaco, e Jean Dujardin também lá dormiu ainda antes de começar a fazer “O Artista”.

Poucas semanas depois da eclosão da II Guerra, em 1939, o hotel mergulhava nas trevas por seis anos. Em março de 1944, a península chegou mesmo a ser evacuada e o terreno minado, em vésperas do desembarque dos Aliados. As explosões destruíram o famoso farol, mas o hotel e a sua afamada piscina sobreviveram a estes anos.

“O velho e a piscina” e o segredo da boa forma do instrutor

Quando há cerca de três anos o hotel integrou o grupo Four Seasons, Gruneber receou que o seu consulado tivesse chegado ao fim, mas a transição em nada comprometeu a sua rotina. Pierre continua a nadar todas as manhãs até ao farol e regressando à base, cumprindo uma distância de cerca de um quilómetro e meio. “Começo a trabalhar por volta das 11h00. Não bebo, nunca bebi, e como sempre a minha Salada Pierre, cheia de ingredientes saudáveis. Já não como carne nenhuma”, descreveu à Bolder, em 2017.

Inseparável da tanga Speedo e dos chapéus cónicos ao estilo sombrero. Eis o mestre Pierre Gruneberg © Christian Horan

Christian Horan

O historial do hotel compila alguns dos seus mantras e um deles é um bom espelho da sua dedicação e persistência: “Quando me sinto menos em forma ou quando está o tempo está mau, basta-me pensar um segundo no homem que se tornou meu amigo e meu herói, Philippe Croizon, que atravessou o canal sem braços nem pernas”.

Em 2016, ao Le Point, Pierre elencava outros possíveis antídotos contra o envelhecimento precoce. Comer pouco e com moderação (muitos legumes, pouca carne, evitar matérias gordas), não fumar, beber um copo de vinho por semana, ler o mais possível, e com o avançar da idade rever o tipo de exercício, optando pelo trabalho da resistência e menos pela velocidade. Se se sentir um peixe fora de água só de ouvir falar em piscina ou neve, opte pela marcha em ritmo acelerado.

Em junho de 2011, a região de turismo de Nice agraciou-o pelo seu trabalho. A festa realizou-se à beira do piscina onde se tornou uma lenda, em pleno Club Dauphin, como seria de esperar. Mais de 150 convidados prestaram tributo ao instrutor que se recusa a pensar num palavrão chamado reforma. “Deixa-me doente. Morrerei dentro de água ou nas montanhas. Reformar-me é que não”.

Em 2016, ao Le Point, Pierre elencava outros possíveis antídotos contra o envelhecimento precoce. Comer pouco e com moderação (muitos legumes, pouca carne, evitar matérias gordas), não fumar, beber um copo de vinho por semana, ler o mais possível, e com o avançar da idade rever o tipo de exercício, optando pelo trabalho da resistência e menos pela velocidade.

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