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No próximo dia 7, faz um mês que foi publicada, no Observador, a crónica As gémeas marotas, em que se denunciou o homónimo livro infantil. Menos de um mês depois, o caso está nas mãos da justiça, que se encarregará de apurar as responsabilidades criminais de quem editou, imprimiu e distribuiu esta obra fraudulenta. Por tudo isto, que não é pouco, vale a pena contar esta história, não isenta de polémicas e contradições.

Logo de início, houve quem dissesse que o livro não existia, o que depois se veio a provar não ser verdade. De facto, José Pinho, da livraria Ler devagar, na LxFactory, declarou à Esquerda.net: “vendi mais de 500à razão de 10 euros cada, são mais de 5 mil euros! – “e tenho pena de não ter mais”! Também houve quem supusesse que era uma publicação para adultos, o que também não é certo, porque é, objectivamente, um livro infantil. Também errou quem disse que já não estava em circulação: pela fatura simplificada nº 21/50582, que me foi oferecida pelo comprador, comprova-se a adquisição, no passado dia 29-8-2019, às 16h 33, de dois exemplares.

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