Teatro

Festival Internacional de Marionetas do Porto começa com estreia no Teatro de Ferro

A 28.ª edição do Festival Internacional de Marionetas do Porto começa esta sexta-feira, com a estreia de uma peça no Teatro de Ferro. A programação conta com seis espetáculos de diferentes países.

O diretor do Festival, Igor Gandra, também é o autor da cenografia, das marionetas e da encenação

NUNO VEIGA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP) dá esta sexta-feira início à 28.ª edição, com a estreia de “Marionetas Tradicionais de Um País Que Não Existe”, do Teatro de Ferro, no Mosteiro de São Bento da Vitória.

Com encenação, cenografia e marionetas de Igor Gandra, que também dirige o FIMP, o espetáculo é uma coprodução do Teatro de Ferro com o Teatro Nacional São João e vai estar em cena entre esta sexta-feira e domingo, bem como nos dias 26 a 29 deste mês.

[A peça] é uma reflexão que nós nos propusemos fazer coletivamente na construção deste espetáculo sobre o modo como nos organizamos quotidianamente, como a sociedade se organiza, como há cada vez mais espaços em que convivem esta ideia de uma vigilância muito apertada com uma certa forma de hedonismo de baixo investimento”, disse Igor Gandra aos jornalistas, após um ensaio para a imprensa, realizado esta semana.

Também esta sexta-feira, a companhia Radar 360º mostra “Manipula#som”, com direção artística de António Oliveira, no café-teatro do Teatro do Campo Alegre.

O FIMP vai decorrer até dia 29 de outubro e tornou, este ano, a Bolsa Isabel Alves Costa num formato bienal.

Ao longo da programação, o Teatro de Ferro vai ainda apresentar “Bela Adormecida”, a mais recente criação dedicada ao público jovem.

A edição deste ano fica igualmente marcada pelo regresso dos “Bonecos de Santo Aleixo”, do Centro Dramático de Évora, e pela estreia absoluta no festival da peça “Arcano”, do Teatro de Marionetas do Porto.

A programação conta ainda com seis espetáculos oriundos da Bélgica, Itália, Rússia, França e Alemanha.

À semelhança dos anos anteriores, o festival conta ainda com três oficinas e cinco ‘work in progress’ (‘trabalho em desenvolvimento’, em português) com entrada gratuita.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site