Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Senhores e… senhores, prestem atenção. Depois de Londres e Milão, foi a vez de Paris, entre 25 e 29 de junho, acolher as tendências masculinas que na primavera-verão de 2015 saem para a rua. No primeiro dia da semana da moda marcaram presença as coleções da Carven, do reconhecido estilista Guillaume Henry, dos belgas Walter Van Beirendonck e Raf Simons. Não esquecer ainda o clássico Valentino. Nas restantes datas, as passarelas foram invadidas por pesos pesados do mundo da moda. Não é exagero: falamos de Louis Vuitton, Dior Homme, Givenchy e da parisiense Saint Laurent, cujo desfile fechou a temporada.

Os looks de homem apresentados variaram em cores, feitios e (certamente) gostos. O italiano Riccardo Tisci, da Givenchy, apresentou peças com padrões floreados e outras adornadas por riscas largas. Os modelos da marca Louis Vuitton encontraram na Índia a sua inspiração e a Dior procurou mostrar peças de ganga desconstruídas, riscas e muita cor. Uma vibe hippie, por sua vez, foi a imagem de marca de Saint Laurent, com direito a ponchos, franjas, lenços esvoaçantes e blazers enfeitados.

Para a brasileira Fashion Foward, a dicotomia entre nomes mais frescos da indústria, como Raf Simons, e as grandes e tradicionais maisons são um dos motivos que explicam o sucesso do evento. O que atrai o público será, então, o ADN da semana de Paris, isto é, “essa mistura entre o contemporâneo e a tradição, o comercial e o conceitual”. Depois dos homens, é a vez da alta-costura feminina, entre 6 e 11 de julho, “mostrar-se” em roupas primaveris e veraneantes que vão definir a moda, em 2015.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR