Festivais

Super Bock Super Rock regressa ao Parque das Nações com Florence and the Machine

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No ano em que completa 20 anos de existência, o festival que nasceu no Tejo em 1995 regressa ao rio, com quatro palcos. Os bilhetes começam a ser vendidos esta quarta-feira.

A zona envolvente ao MEO Arena vai ser ocupada pelo Super Bock Super Rock

AFP/Getty Images

Vinte anos depois, o festival Super Bock Super Rock volta ao ponto de partida. Depois de quatro anos no Meco, em Sesimbra, a Música no Coração anunciou que a 21.ª edição vai acontecer no Parque das Nações, em Lisboa, entre 16 e 18 de julho. A primeira banda cabeça de cartaz é Florence and the Machine.

Ponto final nas filas intermináveis e nas nuvens de pó do Meco, que marcaram o Super Bock Super Rock desde 2010, quando a organização decidiu mudar o evento para Sesimbra. O festival, que começou em 1995 no Parque Tejo, vai acontecer em quatro espaços do Parque das Nações, recuperando o conceito central e urbano do evento.

O palco Super Bock estará instalado no MEO Arena (sala Atlântico), assim como o palco Carlsberg, que vai levar a música eletrónica à Sala Tejo. O palco EDP vai ser montado por baixo da pala do Pavilhão de Portugal e o palco Antena 3, por onde vão passar “os novos talentos da música portuguesa”, funcionará na Doca dos Olivais.

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Mapa dos palcos no Parque das Nações fornecido pela organização.

“O Super Bock Super Rock vai ser no Parque das Nações. Vai voltar ao Tejo e fazer uma festa de aniversário que será inesquecível”, disse Luís Montez, diretor da Música no Coração, em conferência de imprensa esta quarta-feira ao final da manhã. No vídeo promocional da 21.ª edição do evento exalta-se a nova localização, nomeadamente a zona turística, com boas condições para quem visita e boa capacidade hoteleira.

O acesso ao recinto será uma lufada de ar fresco para quem está habituado à aventura que é chegar ao Meco. Não haverá praia, nem campismo gratuito, mas existe uma rede de transportes, com autocarros, metro e comboio. A proximidade com o aeroporto poderá ser outro ponto-chave, pois permite piscar o olho a mais festivaleiros estrangeiros.

Questionado pelo Observador sobre a capacidade do festival, Luís Montez disse que a capacidade máxima será de 20 mil pessoas por dia. “Mas, dada a qualidade do cartaz que estamos a preparar, prevejo que em maio o festival já esteja esgotado”, acrescentou.

Florence and the Machine, conforme anunciou Jwana Godinho, programadora do festival, é uma das bandas cabeça de cartaz. Vão atuar no último dia, 18 de julho. A banda inglesa está a preparar o terceiro álbum e poderá trazer material novo a Portugal. Os bilhetes já estão disponíveis e variam entre 50 euros (bilhete diário) e 95 euros (passe de três dias).

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