O dia começa cedo. Recebem as matérias-primas, leia-se, as peças de fruta, por volta das 7h00. Até às 13h00, as caixas de fruta não param de chegar. Até às 18 horas, os funcionários não param de produzir. Falamos de gulodices, de litros e litros de gelado que são depois distribuídos pelas lojas. Santini é apelido de família, mas a marca já reivindicou os direitos para si. Eduardo Santini é hoje o responsável pela produção dos gelados. Herdou a herança do avô que, em 1949, decidiu começar um caminho na geladaria.

Primeira fase

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Eduardo define o “seu” gelado como um produto “muito sensível”. No pico do verão, o nível de produção por dia pode chegar aos 2500 litros por dia — no inverno, reduz muito. Para inverter esta tendência, o geladeiro diz que o gelado pode “substituir as pipocas a ver um filme em casa”. E invoca ainda razões de saúde: “o gelado é um alimento muito completo, é de fácil digestão. Um bom gelado tem todos os nutrientes que devemos consumir ao longo do dia, como o leite e os ovos. E é uma bela maneira de comermos uma peça de fruta”.

Segunda fase

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Apesar de existirem cerca de 350 sabores disponíveis, fruto de variadas combinações, os gelados mais vendidos ainda são os mais tradicionais: o morango e o chocolate. E quem trabalha no meio de gelados, não enjoa de gelados? “A primeira coisa que eu comi quando saí da maternidade foi gelado. Antes de me levarem para casa, levaram-me à loja, e meteram-me logo à boca uma colher com nata. É algo que ficou enraizado”. Os clientes podem deslocar-se a cinco lojas: São João do Estoril, Carcavelos, Cascais, Chiado, Mercado da Ribeira. De promessa para 2015 fica uma loja no Porto.

Terceira fase

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