A vida amorosa do príncipe Andrew valeu-lhe o título de playboy e muitas capas de tablóides britânicos. Divorciado da duquesa de Iorque Sarah Fergunson e pai de duas filhas, o filho da rainha Isabel II fez-se acompanhar, ao longo da sua vida, antes e depois do casamento por várias mulheres, desde atrizes e modelos a membros da aristocracia britânica, como é o caso de Aurelia Cecil, filha do Lord Amherst de Hackney, com quem namorou 10 meses.

A fotogaleria regista também encontros íntimos apanhados pelos paparazzi britânicos, como as fotografias num iate a trocar carícias com a modelo Alexandra Escat, lembra o jornal The Telegraph.

A vida do irmão do príncipe Carlos de Inglaterra está agora sob maior escrutínio depois da norte-americana Virginia Roberts ter acusado o filho da rainha Isabel de violação. Na altura, Virginia seria menor de idade e o príncipe tê-la-á inclusive apresentado à mãe. Encontro que o palácio de Buckingahm nega ter acontecido: “Não temos nenhum registo desse encontro.”

O caso foi descoberto durante um processo – o banqueiro americano Jeffrey Epstein é acusado de usar o seu poder e dinheiro para chantagear menores a participar em orgias – em curso no tribunal da Florida. Jeffrey Epstein angariaria as raparigas que depois distribuía pelos amigos. Uma dessas menores era Virgínia que, segundo a acusação, terá recebido cerca de 13.000 euros como “recompensa” por ter tido relações sexuais com o príncipe depois de uma massagem erótica em Nova Iorque.

O Palácio de Buckingham já negou, em comunicado, qualquer contacto entre o príncipe e a menor: “Nega-se enfaticamente que o duque de Iorque tenha tido qualquer tipo de contacto sexual ou relação com Virginia Roberts. Qualquer acusação contrária é falsa e sem fundamento.”

A menor nunca apresentou uma queixa contra o inglês, mas pode ainda enfrentar uma investigação policial se uma queixa formal for apresentada na Scotland Yard.