É uma das supermodelos mais icónicas do mundo, escreve o britânico Metro, dona de inúmeros visuais que foram celebrados e imitados ao longo dos anos. Esta sexta-feira Kate Moss, o exemplo de moda que todas as raparigas querem seguir e a celebridade sobre a qual ninguém resiste ler, diz a Vogue, celebra 41 anos de vida. “Ela é um ícone de estilo para uma geração”, acrescenta ainda a bíblia da moda.

A carreira começou em plena adolescência, quando Kate foi descoberta aos 14 anos no aeroporto JFK. Aos 16 foi capa da revista The Face, com fotografias registadas pela lente de Corinne Day, e aos 18 coprotagonizou com Mark Wahlberg o muito conhecido anúncio para a Calvin Klein, o qual foi recentemente reproduzido pelo cantor Justin Bieber, no papel de Wahlberg, e Lara Stone (a substituir Moss).

Mais campanhas e sessões fotográficas se seguiram, incluindo aquelas da autoria de Mario Testino. Foi ele quem a procurou nos bastidores no final do primeiro desfile de Moss, então sob a direção artística do estilista John Galliano. Desde então o par criou centenas de imagens. “O Mario levou-me para um novo nível de glamour“, revelou Kate, citada pelo Mirror.

Mais do que modelo, ela já provou ter competências noutras áreas — em 2007 lançou a primeira coleção para a marca Topshop e a dose foi repetida mais duas vezes, na temporada de outono-inverno 2010-2011 e em outubro do ano passado. Aos 40 anos decidiu participar no filme natalício “The boy in the dress” (“O rapaz no vestido”, em português), a primeira longa-metragem em que entrou, mas não a estreia enquanto atriz.

Kate nunca esteve longe da esfera social e para isso terão contribuído os amigos famosos que foi colecionando. São exemplo o músico Noel Gallagher, o ator Jude Law e Donatella Versace. A vida amorosa também fez correr muita tinta. Foi ao lado de Johnny Deep que Moss coprotagonizou quatros anos de uma relação intensa. Os dois conheceram-se em janeiro de 1994, em Nova Iorque, e pouco tempo depois o romance veio a público. “Eu soube na primeira vez em que falámos que íamos ficar juntos”, confessou Kate à revista Time. Já a estrela de “Os Piratas das Caraíbas” chegou a dizer: “Eu nunca estive apaixonado por ninguém até conhecê-la”.

Uma história menos feliz foi aquela com o músico inglês Pete Doherty. Vício de heroína, comportamento impróprio e imagem de bad boy não foram suficientes para que Moss se afastasse. “Eu sei que ele é mau para mim”, admitiu, citada pelo Mirror, “mas eu não consigo evitar. Há qualquer nele. Eu volto sempre”. Durante a relação, Kate envolveu-se com o mundo das drogas e perdeu contratos com grandes marcas, incluindo a Burberry. A relação terminou depois de dois anos e meio juntos.

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Com a carreira por um fio, Kate cedeu à reabilitação. Mas o regresso, diz a Hello Magazine, foi “incrível”. Em 2006 ela ganhou milhões e em novembro desse ano foi considerada “Modelo do Ano”. Mais recentemente, foi convidada para ser a capa da edição que celebrou o 40º aniversário da revista Playboy. “Costumava haver uma data limite [para as modelos], mas a carreira dela não dá sinais de abrandar”, confirma a Vogue. Também a vida romântica acabou por estabilizar e Moss casou-se em 2011 com Jamie Hince, guitarrista do grupo The Kills.