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Jordânia vai negociar com o Estado Islâmico libertação de terrorista

Este artigo tem mais de 5 anos

A Jordânia assumiu estar disposta a libertar a terrorista Sajida al-Rishawi, caso o Estado Islâmico cumpra a promessa de libertar o piloto da Força Aérea Moaz al-Kassasbeh, capturado na Síria.

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Kenji Goto (na foto) no momento em que lê as exigências do Estado Islâmico para a libertação dos dois reféns

Kenji Goto (na foto) no momento em que lê as exigências do Estado Islâmico para a libertação dos dois reféns

A Jordânia está disposta a libertar a terrorista Sajida al-Rishawi – militante da Al-Qaeda, condenada por atentados contra hotéis da capital Amã que vitimaram 60 pessoas em 2006 – se o Estado Islâmico (EI) aceitar libertar o piloto da Força Aérea jordana Moaz al-Kassasbeh, segundo avança o canal de televisão público daquele país.

A informação foi dada pelo próprio ministro da Informação da Jordânia, Mohammed Momani. O país liderado pelo rei Abdallah II parece estar, assim, disposto a negociar com a organização terrorista, que divulgou um vídeo onde ameaça matar em menos de 24 horas os dois reféns – o japonês, Kenji Goto e o jordano Moaz al-Kassasbeh – caso a Jordânia não libertasse Sajida al-Rishawi.

No vídeo, publicado no sábado, alegadamente pelo EI, Kenji Goto surge a ler as exigências dos jihadistas, ao mesmo tempo que segura a fotografia de Moaz al-Kassasbeh

O piloto Moaz al-Kassasbeh foi capturado pelo EI no final de 2014. O seu avião despenhou-se na Síria, quando participava numa missão da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos. Agora, poderá servir moeda de troca para a libertação da mulher de 44 anos, que confessou, aquando a sua detenção, pertencer à Al-Qaeda.

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Entretanto, o Governo japonês já veio desmentir os comentários do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Yasuhide Nakayama, que, alegadamente, terá dito que o acordo para a libertação de Kenji Goto estava iminente. As próximas horas poderão, por isso, ser decisivas.

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