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Os barcelenses The Glockenwise lançaram um novo álbum e a idade fez-lhes bem. O terceiro disco, Heat, reúne nove músicas com mais peso e mais robustez, que vão ser postas à prova no concerto que a banda vai dar este sábado no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. O rock começa à meia-noite e quem quiser entrar paga três euros.

O Parque de Serralves é bonito o ano todo e o Outono, com as suas cores avermelhadas, não é exceção. No domingo, entre as 10h00 e as 18h00, regressa ao Parque da Nogueira o Mercado do Outono, que promove a agricultura sustentável e os produtos locais através da venda de produtos hortícolas, frutas, cogumelos, plantas aromáticas e medicinais, condimentos, produtos alimentares artesanais, pão, biscoitos, sal e flor de sal, bombons e trufas de chocolate para os mais gulosos. Quem quer aprender uns truques deve comparecer entre as 10hoo e as 13hoo, para a oficina “Ingredientes de Outono”, com orientação de Hugo Dunkel (participação gratuita).

As japonesices ocuparam o MEO Arena, em Lisboa, em maio. Agora que chegou o outono, o Iberanime instala-se no Pavilhão Multiusos de Gondomar, no sábado e no domingo. A partir das 10h30 há anime, manga, cosplay, maratonas de videojogos, dança japonesa sincronizada, workshops de origami, desenho, robótica, escrita japonesa e até poderá aprender a cuidar de bonsais. O bilhete diário custa 16 euros, quem quiser aproveitar os dois dias paga 27 euros.

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Este é um dos pratos à escolha no menu Restaurant Week do éLeBê, no Porto. Em Lisboa também há restaurantes a preço de saldo

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Atenção, foodies. Para além da Rota das Tapas, que começou na semana passada no Porto e em Lisboa, há também, a partir desta quinta-feira a Restaurant Week para disputar apetites. O conceito mantém-se: em qualquer um dos quase 100 restaurantes aderentes, muitos deles de luxo, há um menu composto por entrada, prato principal e sobremesa (bebida não incluída) ao preço fixo de 20 euros. Um desses 20 euros reverte a favor das Instituições Acreditar e Operação Nariz Vermelho. Pode consultar a lista completa de restaurantes portuenses no site oficial. Entre eles estão o éLeBê, o Portucale ou o Góshò.

No Rivoli Teatro Municipal, no Porto, não há pratos requintados, mas há cinema de luxo. Até domingo, a 16.ª Festa do Cinema Francês leva uma amostra do melhor que se tem feito na sétima arte em França nos últimos tempos. Sábado, às 18h30, pode ver a comédia de Quentin Dupieux, Realité, sobre a tarefa de criar um filme de terror. O encerramento, domingo, às 22h00, faz-se com Un Français, de Diastème, um filme sobre o percurso de um skinhead. Os bilhetes custam 3,50 euros.

Longe de pensar em luxos estão os refugiados que todos os dias continuam a chegar à Europa. Para ajudá-los, o Hard Club recebe o concerto bomPorto, que no domingo, entre as 16h00 e a uma da manhã, vai ter a música ao vivo dos Blind Zero, Peixe, Kiko & the Jazz Refugees, Mundo Secreto, O Incrível Homem Bomba, Old Jerusalem, The Weatherman, Ana Deus e muitos mais, de diferentes géneros musicais. A entrada custa no mínimo 10 euros. Quem quiser pode d(o)ar mais.  As receitas de bilheteira revertem na íntegra para o Conselho Português para os Refugiados.

Continuando na música, os GNR atuam na principal sala de espetáculos da sua cidade, o Coliseu do Porto, esta sexta-feira às 22h00. Para ajudá-los a desvendar os segredos de Caixa Negra, o mais recente disco, vão estar Rita Redshoes e Tim, dos Xutos e Pontapés, enquanto convidados especiais. Bilhetes a partir dos 15 euros.

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Em que pensam os camionistas durante todos os quilómetros que percorrem? E se tivessem de travar a fundo e deixar esta vida, aguentariam? O espetáculo “Viajantes Solitários“, que está em cena no Teatro Viriato, em Viseu, não promete responder a todas as questões, mas propõe-se refletir nesta realidade tão diferente para a maioria das pessoas que trabalha das 9h00 às 18h00 a poucos quilómetros de casa. Com texto e direção de Joana Craveiro, foi feita uma “extensa recolha de histórias de vida e de estrada de camionistas”, garante-se na apresentação. Em cena até sábado às 21h30 e domingo às 18h00, com bilhetes a 10 euros.

“Descubra Santarém enquanto prova Portugal” é o lema do 35.º Festival Nacional de Gastronomia, que até 2 de novembro quer desencaminhar-nos o peso que a balança marca. Há 12 restaurantes aderentes na cidade, mais um temático, o “Lucky 13”, que apenas serve jantares por marcação, limitados a 50 pessoas por refeição, preparados por um chefe que muda todos os dias. Nas cavalariças vão estar instaladas tasquinhas que representam diferentes regiões, de Portugal Continental até às Ilhas. A entrada no recinto do festival custa dois euros. O espaço está aberto de domingo a quinta-feira, das 12h00 à meia-noite e à sexta-feira e sábado, das 12h00 à uma da manhã.

Para alimentar os famintos de literatura há o FOLIO, que se mantém em Óbidos. Quem se deslocar até ao Festival Literário Internacional na sexta-feira, às 21h00, vai poder ver Gregório Duvivier, o fundador do Porta dos Fundos, apresentar um espetáculo original de stand up poetry, feito de textos retirados dos seus livros de poemas e também do novo Caviar é uma Ova, de crónicas. Os bilhetes custam 12 euros. Se quer saber mais sobre Fernando Pessoa, vai poder aprender com um dos grandes especialistas mundiais, Richard Zenith, numa aula gratuita marcada para sábado às 11h00. Mais à noite, às 22h30, Cristina Branco junta-se ao Trio de Mário Laginha para cantar e homenagear Chico Buarque. A entrada custa 12 euros.

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Mês em que começa o DocLisboa é mês bom. Durante 11 dias, há 236 documentários para ver em espaços como o Cinema S. Jorge, a Culturgest e a Cinemateca. A programação desta edição entra na Europa, apresentando, por exemplo, uma secção dedicada à Grécia, “Foco na Grécia”; uma sessão especial, “Growing Home”, composta por curtíssimos filmes sobre os refugiados que afluem à Europa; a retrospetiva “‘I don’t throw bombs, I make films’ – Terrorismo, Representação”, que explora a relação entre terrorismo e cinema. Mas também há fimes portugueses. No sábado, às 18h15, estreia no S. Jorge “Portugal – Um Dia de Cada Vez”, em que João Canijo e Anabela Moreira mostram o extremo Norte de Portugal e o dia-a-dia de uma população cada vez mais envelhecida e solitária. Sexta-feira, às 19h00, no S. Jorge, pode ver no grande ecrã a vida fascinante de Celeste Rodrigues, num documentário realizado pelo neto da fadista, Diogo Varela Silva. Mais sugestões aqui.

As crianças entre os quatro e os 12 anos voltam a ter o Centro Cultural de Belém por conta delas. O festival Big Bang está de volta este fim de semana para a sua sexta edição, com muita música e aventura. No sábado, às 17h00, há um momento imperdível, ainda por cima com entrada livre: um encontro ao ar livre entre uma banda belga de metais (Hop Frong Fanfare) e a orquestra de jazz Big Band Júnior. Às 12h00, 13h15 e 15h30 na Sala de Ensaio prepare-se para um espetáculo original de música e sombras dos Dead Combo que é uma fábula sobre o poder da música. Preços a partir dos três euros.

As histórias aos quadradinhos estão de volta, com a 26.ª edição do Amadora BD. A partir de sexta-feira, este festival internacional de banda desenhada vai receber artistas nacionais e internacionais e acolher várias exposições, entre as quais “Putain de Guerre – A Guerra das Trincheiras” de Jacques Tardi e “Quim e Manecas vão à Guerra”, de Stuart Carvalhais. O Amadora BD Júnior, o cinema de animação e a Festa da Caricatura são outros dos ingredientes que fazem deste festival um sucesso contínuo.

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Uma das imagens de Jacques Tardi em “Putain de Guerre”, para ver no Amadora BD

100 produtores para 10 mil visitantes. Entre sexta-feira e domingo, a Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa, abre as portas a centenas de vinhos, uns bebíveis, outros comestíveis, em mais uma edição do Mercado de Vinhos. E, sim, há vinho que se trinca, culpa do projeto Wine to Eat. Se quer saber (e provar) mais, o melhor é ir até lá entre as 11h30 e as 21h30. A entrada custa três euros, sendo que dois são reversíveis em compras iguais ou superiores a 16 euros.

A Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, inaugurou esta semana “Time Lapse“, uma exposição de neo pop art que é um deleite para os olhos. A artista plástica Rueffa trouxe para as paredes Mozart, uma nota de dólar, Almada Negreiros, Amália Rodrigues, uma mistura entre Luís Vaz de Camões e António Variações, Picasso, Andy Warhol, Basquiat, Grace Jones, Freddie Mercury. Para ver até 7 de novembro, de segunda a sexta-feira das 13h00 às 17h30 e aos sábados das 10h00 às 17h30. A entrada é livre.

Atravessando o Tejo voltamos a encontramos “Hamlet” no Teatro Municipal Joaquim Benite, a partir desta sexta-feira à noite. Com encenação de Luís Miguel Cintra do texto de Shakespeare traduzido por Sophia de Mello Breyner, o espetáculo nasce da coprodução entre o Teatro da Cornucópia e a Companhia de Teatro de Almada. Em destaque está o jovem Guilherme Gomes, a quem foi entregue o papel de Hamlet. Bilhetes entre os seis e os 13 euros.

A Mostra Espanha 2015 apresenta no Centro Cultural de Lagos o espetáculo “Habrás de ir a la guerra que empieza hoy“, com texto e direção de Pablo Fidalgo Lareo. A história sobre o processo de reconstrução da história de uma família e de Espanha após a Guerra Civil mostra-se na sexta-feira, às 21h30.