A imprensa francesa tem esta sexta-feira uma novidade sobre Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-ministro de Economia de França. E não é política. Segundo a revista Closer, Strauss-Kahn é pai de uma criança de cinco anos, mas não a reconhece. O nome do político foi referido num propósito de um processo judicial que versa sobre o pagamento da pensão de alimentos.

De acordo com o que é escrito na Closer, a mãe da criança terá 45 anos e avançou com um processo em tribunal para obrigar o pai a pagar a pensão de alimentos ao filho. Na primeira audiência, que teve lugar a 15 de dezembro, o pai da criança não compareceu, mas o seu nome ecoou dentro do tribunal. A revista People revela que já foram feitos testes de paternidade e que não há dúvidas de que Strauss-Kahn seja o pai.

A mãe da criança reclama uma pensão de 8.000 euros por mês e a decisão do tribunal ficou marcada para o fim de janeiro. A confirmar-se a idade da criança, esta terá sido gerada enquanto Dominique Strauss-Kahn ainda era casado com a jornalista Anne Sinclair e liderava o FMI.

O ex-diretor do FMI, de 66 anos, é pai de outras três crianças, fruto de dois casamentos – com Hélène Dumas e Brigitte Guillemette. E as polémicas à volta da vida pessoal de Dominique Strauss-Kahn não são de agora. Em 2011, o político francês demitiu-se da direção do FMI depois de Nafissatou Diallo, empregada de um hotel nova-iorquino, o ter acusado de assédio sexual.

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Nafissatou Diallo, 33 anos, apresentou uma queixa civil contra Strauss-Kahn no verão de 2011. Afirmou que o diretor do FMI a tinha obrigado a praticar sexo oral na suíte do hotel Sofitel. Strauss-Kahn assegurou que o ato sexual tinha sido consensual. O processo acabou por ser arquivado, mas deu origem a notícias sobre outras acusações de cariz sexual.

Em 2002, o ex-diretor do FMI também terá tentado violar uma jornalista francesa de 22 anos. Tristane Banon acusou Strauss-Khan, em 2011, de ter tentado violá-la no decorrer de uma entrevista sobre o seu primeiro livro, mas o político negou. O acontecimento foi também descrito no livro que a jornalista publicou em 2011.