Além do grupo francês, especialista em construção de equipamentos navais de Defesa, apresentaram-se ao concurso para produzir os submarinos australianos, os alemães do ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) e o consórcio liderado pela Mitsubishi Heavy Industries, apoiado pelo governo japonês.

O contrato prevê a construção de 12 submarinos oceânicos com mais de quatro mil toneladas.

O primeiro-ministro australiano, Malcom Turnbull, disse que o painel que estudou as propostas não teve “qualquer dúvida” em escolher o grupo DCNS e que já informou o Presidente francês, François Hollande, da escolha. O grupo DCNS pertence ao Estado francês e à Thales.

Os 12 submarinos serão “os mais sofisticados do mundo” e deverão começar a operar em 2017, acrescentou Turnbull, numa conferência em Adelaide.