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Enfermeiros

39.513 enfermeiros a trabalhar no SNS. É “o maior número de que há registo”

Em setembro de 2016 estavam a trabalhar no Serviço Nacional de Saúde 39.513 enfermeiros, o maior número de que há registo, de acordo com dados do Governo, neste primeiro dia de greve dos enfermeiros.

O Governo reitera ainda que a reposição das 35 horas para este grupo de profissionais já foi cumprida

CARLOS BARROSO/LUSA

Autor
  • Marlene Carriço
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Já entraram mais enfermeiros para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) este ano do que em todo o ano de 2015, segundo uma nota da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), enviada esta tarde às redações, neste que é o primeiro de dois dias de greve dos enfermeiros.

A ACSS acrescenta ainda que, em setembro, estavam a trabalhar no SNS 39.513 enfermeiros, “o maior número de profissionais de enfermagem de que há registo no SNS”.

E até ao final do ano ainda entrarão mais enfermeiros em funções. Está a decorrer neste momento o concurso para a contratação de 774 enfermeiros para os cuidados de saúde primários (centros de saúde).

Candidataram-se a estas vagas 10.957 pessoas e “face ao elevado número de candidaturas, encontra-se em curso um projeto de alteração do enquadramento legal vigente no sentido da sua simplificação e de modo a agilizar a tramitação do respetivo processo concursal”.

A ACSS aproveita ainda para dizer, no mesmo comunicado, que “quanto à adoção do regime das 35 horas semanais para os trabalhadores em funções públicas e conforme estipulado no Programa do XXI Governo Constitucional, reitera-se que aquele objetivo se encontra já cumprido”.

A declaração chega no dia em que os enfermeiros estão em greve precisamente pela reposição das 35 horas de trabalho a todos os enfermeiros, incluindo os que têm contrato individual de trabalho, bem como pelo pagamento a 100% das horas penosas e extraordinárias e pela admissão de mais enfermeiros.

O balanço feito pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses aponta para uma adesão à greve, no período da manhã, entre os 72% e os 75% nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS). A paralisação prolonga-se até às 24h00 de sexta-feira.

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