Decoração

10 plataformas para se desfazer da tralha que tem em casa

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Da roupa aos objetos que ocupam muito espaço e fazem pouca falta, é altura de dizer "basta". Há aplicações e sites que o ajudam a desfazer-se do que está a mais (e até pode ganhar dinheiro com isso).

Há diferentes sites e apps para vender ou trocar coisas que já não usa, de objetos de decoração a livros e maquilhagem.

Getty Images/iStockphoto

Autor
  • Raquel Salgueira Póvoas

Roupa, acessórios, peças de decoração, produtos tecnológicos e até maquilhagem. A quantidade de objetos que estão lá por casa sem utilidade e que facilmente se apelidam de “tralha” pode ser de mais e até tornar-se assustadora.

Se sente que está na altura de pôr um ponto final a esta relação de ocupação de espaço sem sentido por coisas que nada já lhe dizem, temos boas notícias: há quem queira ficar com elas, por isso a tarefa pode ser mais fácil do que imagina. Em muitos casos, pode até ser-lhe rentável.

A pensar na famosa spring cleaning ou na tendência minimal, tão em voga, o Observador reuniu dez plataformas digitais, entre sites e apps, que o ajudam a desfazer-se de tudo o que tem guardado em caixas. E ainda as dividimos por categorias.

Tudo (e mais alguma coisa)

OLX

É já conhecido de muitos. Aqui, desde móveis a carros, é possível comprar ou vender em diferentes categorias. O processo não é complicado: depois do registo só tem de criar anúncios para cada uma das peças que pretende vender. O contacto com o interessado é feito por mensagem privada e a entrega feita pessoalmente, num local público. Para deixar o utilizador mais confiante no que ao processo de compra e venda de produtos diz respeito, existe esta página só destinada à segurança do processo.

Wallapop

Imagine uma Feira da Ladra, mas em contexto virtual. Sim, é mais ou menos assim que a Wallapop funciona. Aqui, pode também segmentar os produtos que pretende vender e quando o interessado pretender falar consigo, há um género de chat na app que permite agilizar facilmente o processo entre ambas as partes. A aplicação está disponível para os sistemas iOS e Android.

Escolhido a dedo

Na Escolhido a dedo a opção de produtos é também variada. Mas, neste caso, o trabalho de quem quer vender termina quando entrega os produtos na própria Escolhido a dedo. Ou seja, a empresa é que faz a triagem do que será vendido. Depois da avaliação, os valores são enviados ao proprietário (com e sem percentagem da plataforma). Se houver concordância com os preços, os artigos estão prontos para encontrar nova casa. A loja física encontra-se em Torres Vedras, a loja online está nesta página de Facebook.

Usados Pplware

Nesta plataforma pode deixar as suas tralhas relacionadas com a tecnologia, mas também livros que já tenha lido ou que simplesmente queira dar a outros para ler. Dos telefones e computadores aos livros académicos e romances, a oferta é variada. A plataforma funciona com a publicação de anúncios das suas peças e o contacto direto entre anunciante e comprador. Pode ainda classificar e consultar utilizadores, atribuindo-lhes “confiança” pelas boas vendas e compras feitas. Estantes livres para novas leituras depois desta limpeza.

Decoração

Apartment Therapy

“Considere-nos o seu mercado local-global para comprar e vender tudo para a casa” — é desta forma que a plataforma Apartment Therapy Marketplace se apresenta. Aqui, o objetivo é que estranhos se tornem “amigos vizinhos”, através da troca e compra de artigos de decoração para a casa. O processo é simples: primeiro tem de criar o seu perfil, dando conta, entre outros pormenores, da zona onde se encontra. Depois, basta segmentar o que tem nas categorias existentes. Para fazer chegar o objeto ao interessado, há duas opções: pode ser de forma direta, agilizando a entrega com quem quer adquirir; ou é também possível enviar o produto para o armazém da própria Apartment Therapy através de correio internacional. Ou seja, aqui pode vender as suas coisas não só a interessados nacionais como internacionais. Da mesma forma, pode adquirir peças de design de todos os cantos do mundo. Na lista de produtos desta plataforma vai encontrar artigos em segunda mão, artigos vintage e antiguidades, peças de artesanato e artigos de revenda (como novos).

Chairish

“Viva La Vintage!” é o lema da Chairish. Como a plataforma anterior, esta app (disponível para o sistema iOS) foca-se também na compra e venda de artigos de decoração mas, neste caso, apenas vintage. Primeiro passo, listar os objetos que quer vender, depois, aguardar a aprovação e publicação pelos administradores da Chairish. O valor do que pretende vender é por si definido. Contudo, pode haver sugestões para aumentar ou diminuir preço pelos administradores, justificadas pela experiência de mercado que têm. Do valor final, 80% é para o vendedor, o restante para a plataforma.

Moda e cosmética

Loja Baú

A Loja Baú é um género de armário seu, de roupas que já não usa de marcas selecionadas, para que outros se possam servir. Aqui, como se lê na apresentação do conceito, “encontrará peças de roupa com outras vidas, gerações e histórias”. Organize a roupa que tem em casa e já não usa. Depois, agilize uma visita à Loja Baú para mostrar as roupas que tem. Quando estiverem selecionadas, o preço pelo qual serão vendidas é definido pela loja e fornecedor. As peças ficam na loja cerca de três meses e, ao fim desse período, verificam-se os artigos vendidos, ficando o fornecedor das roupas com 50% do preço final de venda. Parte das vendas remetem para o Movimento Rotário, um clube de profissionais que pretende prestar serviços de diferentes áreas, colmatando necessidades várias, pelo mundo.

Poshmark

Não há exigências de marcas ou estilos. Na Poshmark todos podem pôr à disposição roupas e acessórios que definem o seu estilo pessoal. Esta rede de troca e compra de roupa tem mais de dois milhões de vendedores e milhões de compradores, de todo o mundo. Depois de tirar uma fotografia às suas peças e escolher um dos filtros de imagem que a app — disponível para os sistemas android e iOsdisponibiliza, está pronto para vendê-los e até para participar nas Virtual shopping parties, que são momentos organizados para a partilha mais intensa de fotografias, feedback e trocas de roupa entre utilizadores da aplicação.

Glambot

Junte os pincéis, as sombras e o blush que já não usa, há quem queira ficar com eles. Sim, leu bem, a maquilhagem pode também ser uma das coisas que tem “organizada” em montes lá por casa e que pode ganhar novo rumo. A plataforma Glambot é um delas, mas há mais. No artigo que partilhamos, conheça quais e perceba que maquilhagem pode ou não ser reutilizada.

Roupas e acessórios de crianças

Kid to Kid

Em constante crescimento, as crianças são quem mais vezes assiste à troca de roupa no armário. Para os pais, a tarefa do entra e sai de roupa e acessórios novos torna-se, muitas vezes, complicada de gerir (sobretudo se não houver primos mais novos). Na Kid to Kid encontra uma forma de encaminhar a roupa que já não serve e até os brinquedos a que os mais pequenos já não ligam. Para isso, basta levar os artigos à loja, esperar a avaliação do funcionário e, no fim, optar por receber o dinheiro na hora ou 20% a mais do valor em dinheiro, se escolher a opção o crédito para utilizar na loja.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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