Bolsa

Dow Jones fecha última sessão do ano a perder 0,48% mas ganhou 25% desde janeiro

A bolsa de Nova Iorque despediu-se de 2017 a perder 0,48%. Apesar de uma última sessão negativa, o índice Dow Jones acumulou ganhos de 25% ao longo do ano.

ANDREW GOMBERT/EPA

A bolsa de Nova Iorque encerrou esta sexta-feira em baixa com Dow Jones a perder 0,48%, tendo, no entanto, acumulado ganhos de cerca de 25% desde o início do ano.

De acordo com os resultados definitivos do fecho da sessão de hoje, a última do ano, o industrial Dow Jones perdeu 0,48% para os 24.719,22 pontos.

Também o tecnológico Nasdaq recuou 0,67% para as 6.903,39 unidades e o alargado Standard and Poor’s 500 desvalorizou 0,52% para os 2.673,61 pontos.

“Os volumes de trocas foram muito fracos hoje [sexta-feira] e não houve nenhuma notícia macroeconómica de relevância”, afirmou William Lynch, da Hinsdale Associates.

No entanto, os títulos tecnológicos foram hoje arrastados pelas perdas da Apple (-1,08%) e da Amazon (-1,40%) “depois de um ‘tweet’ do Presidente [dos Estados Unidos da América, Donald] Trump”, disse o analista Alan Skrainka, da Cornerstone Wealth Management.

O Presidente norte-americano considerou que os serviços postais federais deverão cobrar mais ao gigante do comércio ‘online’, a Amazon, pelas entregas de encomendas.

Por outro lado, a Apple apresentou na quinta-feira as suas desculpas por ter deliberadamente tornado alguns dos seus ‘smartphones’ mais lentos para compensar o envelhecimento das baterias.

Assim, esta semana, o Dow Jones desvalorizou 0,14%, o Nasdaq somou perdas de 0,81% e o Standard and Poor’s 500 recuou 0,17 em termos acumulados.

No entanto, considerando todas as sessões do ano, os três principais índices de Wall Street realizaram valorizações de dois dígitos, com o Dow Jones a avançar 25,08%, o Nasdaq a progredir 28,24% e o Standard and Poor’s 500 a ganhar 19,42% em termos acumulados.

Alan Skrainka disse que este foi “o melhor ano desde 2013”, antecipando “a continuação das boas notícias no plano dos resultados das empresas e do crescimento na reabertura” do mercado, a 2 de janeiro.

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