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Mercedes-Benz

Mercedes AMG GT 4. Para fazer frente ao Panamera

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Mercedes-AMG GT Coupé de 4 Portas. O nome pode ser comprido, mas o objectivo do novo familiar desportivo da Mercedes não podia ser mais transparente: bater-se taco a taco com o Porsche Panamera.

O sucesso do Porsche Panamera tem destas coisas e, entre outras reacções, despertou em alguns concorrentes a vontade de conceber um veículo com espaço para levar a família, com uma linha de coupé para atrair quem quer um desportivo, e com potência a rodos para emocionar até o condutor mais calmo. A Mercedes respondeu a este desafio, apresentando em Genebra o Mercedes-AMG GT Coupé de 4 Portas, o maior rival do Panamera.

Com uma carroçaria que parece esculpida pelo vento, frente longa, tejadilho arredondado e traseira curta e descendente, o novo familiar assinado pela AMG, a divisão desportiva da Mercedes aponta armas ao coração dos clientes que até aqui só tinham no mercado o familiar da Porsche para satisfazer o caderno de encargos, obrigado a conciliar luxo, família e emoções, tudo num só modelo. E, na realidade, o novo AMG GT Coupé de 4 Portas faz lembrar o AMG GT, de apenas duas portas, ao nível da frente, para depois juntar um habitáculo mais generoso e uma pequena mala lá atrás.

Mas poderá fazer frente ao Panamera? Sim, esse foi exactamente o objectivo, com a Mercedes a dotar a versão mais potente do GT Coupé de 4 Portas com 639 cv, extraídos do 4.0 V8 biturbo, específico para a versão GT Coupé de 4 Portas 63 S. De recordar que o Panamera mais possante a gasolina, o Turbo, oferece apenas 550 cv, uma vez que o Turbo S E-Hybrid promete 680 cv (550 do 4.0 V8 biturbo a gasolina, mais 136 cv do motor eléctrico), mas apenas enquanto a sua pequena bateria, com uma capacidade de apenas 14,1 kWh, tenha energia.

Abaixo desta versão, a mais desportiva, surge o 63, com “apenas” 585 cv e algumas preocupações com o ambiente. E daí que recorra à tecnologia de desactivação de cilindros, para reduzir os consumos e as emissões. O GT Coupé de 4 Portas mais acessível oferece 435 cv, sendo o único que não utiliza o 4.0 V8 biturbo, mas sim o novo 3.0 V6 sobrealimentado, com seis cilindros em linha e um motor eléctrico (colocado entre o motor a gasolina e a caixa) que faz de motor de arranque, gerador de corrente e boost de potência, assegurando mais 16 kW (22 cv) quando é preciso subir de regime a baixa rotação.

A caixa é sempre a AMG Speedshift de nove velocidades, passando a potência ao solo através do sistema de tracção integral 4Matic+. Para quem deseja divertir-se ao volante, o 63 S oferece de série o Drift Mode, que garante umas atravessadelas sempre que seja necessário, ou possível, sistema que está reservado como opcional para o 63, e vedado ao 53. As versões V8 beneficiam ainda de um sistema de quatro rodas direccionais, que é opcional no seis cilindros.

O GT Coupé de 4 Portas mais potente, o 63 S, atinge 315 km/h e os 0-100 km/h em 3,24 segundos – 310 e 3,4 para o Panamera S E-Hybrid –, com o 63 a reivindicar 310 km/h e 3,4 segundos, precisamente os mesmos valores do Porsche. O GT Coupé de 4 Portas 53 fica-se pelos 285 km/h e 4,5 segundos até 100 km/h.

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