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Jorja Smith no Super Bock Super Rock, quatro confirmações nacionais no Paredes de Coura

A cantora britânica de apenas 20 anos, já apadrinhada por Kendrick Lamar e Drake, lança o primeiro álbum em junho e apresenta-o um mês depois em Lisboa. Mais a norte, também há novas confirmações.

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Jorja Smith atua em Lisboa a 21 de julho

Kevin Winter/Getty Images

Jorja Smith atua em Lisboa a 21 de julho

Kevin Winter/Getty Images

Chama-se Jorja Smith, tem apenas 20 anos e ainda não tem um único álbum editado mas é tida como uma das mais promissoras vozes da música. A inglesa nascida na pequena cidade de Walsall (que fica a cerca de 13 quilómetros de Birmingham e 10 quilómetros de Wolverhampton) é a mais recente confirmação da próxima edição do festival Super Bock Super Rock (SBSR). Jorja Smith atuará a 21 de julho no palco EDP (o secundário do SBSR).

Com apenas um EP editado (Project 11, em 2016) e muitos singles lançados em plataformas como o Youtube e Spotify — “On My Mind” e “Something in the Way” foram os mais populares, “Let Me Down” (com o rapper e cantor Stormzy) o mais recente –, Jorja Smith é considerada uma das mais promissoras vozes do vibrante novo R&B britânico, a par, por exemplo, das também muito jovens Mahalia e IAMDDB (que atuaram na edição do Vodafone Mexefest).

Motivando comparações com cantoras como Solange Knowles e SZA, que se impuseram na indústria musical nos últimos dois anos (a primeira com o álbum A Seat at the Table, lançado em 2016, a segunda com o disco Ctrl, editado em 2017) — mas também com Amy Winehouse, de quem é fã –, Jorja Smith revelou recentemente que deverá editar o seu primeiro álbum em junho, um mês antes da atuação em Lisboa.

Apesar da juventude, a cantora que mistura R&B, soul e dancehall já colaborou com alguns dos grandes nomes da indústria musical, como Drake (cantou em dois temas da mixtape “More Life”) e Kendrick Lamar, que a convidou para compor um tema para a banda-sonora do filme “Black Panther” — e Jorja Smith respondeu à altura, com “I Am”.

Em dezembro passado, Jorja Smith venceu na categoria “Escolha dos Críticos” dos prémios Brit, destinados a premiar talentos da indústria pop britânica. A categoria da crítica já havia sido vencida por James Bay, Sam Smith, Tom Odell, Emeli Sandé, Jessie J, Ellie Goulding, Florence and the Machine e Adele, entre outros. A conceituada revista musical Pitchfork denotou também o seu entusiasmo num artigo publicado há cinco meses, com um título arrojado: “Jorja Smith tem uma voz que podia curar o mundo”.

A cantora britânica atuará no último dia do Super Bock Super Rock, para o qual já estão confirmados Sevdaliza e Baxter Dury (no palco secundário) e o norte-americano Julian Casablancas, vocalista dos Strokes, que se apresentará no palco principal com o seu projeto Julian Casablancas & the Voidz. No dia anterior, 2o de julho, maioritariamente dedicado ao novo hip hop, atuarão Travis Scott, Anderson .Paak e Oddisee (respetivamente com as suas bandas The Free Nationals e Good Compny), Tom Misch, Oliver St. Louis e o português Slow J. Na abertura, dia 19, ouvir-se-ão os The XX, Justice, The Vaccines, Torres e Lee Fields & the Expressions. O passe geral para o festival custa 109 euros e os bilhetes diários 55 euros.

Rock nacional apresenta-se em Paredes de Coura

Também o festival Vodafone Paredes de Coura anunciou novas confirmações — todas elas nacionais. As bandas de rock Linda Martini e Keep Razors Sharp, o músico The Legendary Tigerman (Paulo Furtado) e a cantora e compositora Surma (Débora Umbelino) vão atuar na próxima edição do festival, a decorrer de 16 a 19 de agosto na praia fluvial do Rio Tabuão, em Paredes de Coura.

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Além de serem projetos portugueses e tratarem-se, à exceção de Surma, de bandas rock, as quatro confirmações do festival têm algo mais a uni-las: todas deverão apresentar novos trabalhos no Vodafone Paredes de Coura, ainda não estreados em festivais de verão. Se Surma lançou Antwerpen no último trimestre de 2017 (e o álbum foi já nomeado para disco independente europeu do ano, sendo o único trabalho nacional a concurso numa lista de 22 discos), The Legendary Tigerman e Linda Martini lançaram os seus novos trabalhos já este ano: em janeiro, no primeiro caso (o álbum Misfit) e em fevereiro, no segundo (com um disco homónimo, Linda Martini). Os Keep Razors Sharp, por sua vez, estão ainda a trabalhar num disco novo, do qual já revelaram um primeiro single, “Always and Forever”. Este deverá chegar às lojas ainda este ano.

Mais dedicado ao indie-rock e indie-folk (mas também com algum espaço para o hip hop e a soul), a próxima edição do festival de Paredes de Coura contará ainda com atuações de Arcade Fire, Frankie Cosmos, Dead Combo, Big Thief, Slowdive, King Gizzard & the Lizard Wizard, Fleet Foxes, Jungle, Confidence Man, Japanese Breakfast, Shame, The Mystery Lights, The Blaze, Curtis Harding e Skepta. O passe geral que dá acesso aos quatro dias de festival está à venda por 100 euros.

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