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Ryanair

Voo da Ryanair perde pressão. 33 pessoas hospitalizadas, algumas a sangrar dos ouvidos

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33 pessoas foram hospitalizadas, algumas a sangrar dos ouvidos, segundo um relato da agência Reuters. Voo da Ryanair ia da Irlanda para a Croácia, mas aterrou de emergência em Frankfurt.

Roman G. Aguilera/EPA

Trinta e três pessoas foram hospitalizadas, algumas a sangrar dos ouvidos, depois de um voo da Ryanair que ia da Irlanda para a Croácia ter perdido pressão e ser obrigado a aterrar de emergência em Frankfurt neste sábado.

Segundo a agência Reuters, o avião (voo FR7312) viajava de Dublin para Zadar mas, cerca de hora e meia depois da descolagem, sofreu uma despressurização que obrigou a tripulação a alterar o destino para o aeroporto de Hahn, em Frankfurt, Alemanha. Fonte da polícia alemã disse à Reuters que alguns dos passageiros estavam a sangrar dos ouvidos.

“Seguindo o procedimento de segurança, a tripulação libertou as máscaras de oxigénio e iniciou a descida controlada”, informou a companhia aérea em comunicado. Segundo o serviço flightradar24.com, o voo baixou de 37 mil pés para 10 mil pés num espaço de oito minutos.

A empresa acrescenta que a aterragem de emergência se fez “normalmente e os clientes desembarcaram, com um pequeno número a receber cuidados médicos como precaução”. Outros foram alojados em hotéis, apesar de haver uma “escassez” de locais onde ficar. A Ryanair garante que há outro voo para concluir a viagem para Zadar, ainda que a Reuters escreva que vários passageiros não querem embarcar, devido ao trauma. A Ryanair diz que pediu “sinceras desculpas por qualquer inconveniência”.

Um passageiro, Miomir Todorovic, publicou na rede social Facebook uma foto do interior do avião, com as máscaras de oxigénio penduradas. “Mal consigo ouvir, do meu ouvido direito. É importante termos sobrevivido”.

O passageiro diz ter ouvido “um estrondo (não muito forte) e o ar tornou-se frio”. “As máscaras caíram imediatamente e ouvimos o anúncio sobre a aterragem de emergência”, conta o passageiro, que descreve “algum pânico a bordo, mas no final toda a gente se manteve calma”. “Para ser franco, os pilotos da Ryanair fizeram um trabalho extraordinário”, acrescenta.

Um caso semelhante ocorreu há poucos meses num voo, também da Ryanair, que saiu do aeroporto Humberto Delgado.

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