O ministro dos Negócios Estrangeiros elogiou esta sexta-feira o investimento que Paulo Pereira está a fazer no Douro e realçou a “importância da diáspora no investimento” nacional e na projeção de Portugal no estrangeiro.

“São investidores que vêm da nossa diáspora, que estão a investir entre nós e mais uma vez que estão a trazer modernidade, estão a modernizar o nosso empresariado e a nossa economia e sempre conseguimos arrastar quem possa difundir pelo país este exemplo que é muito positivo” em Portugal, elogiou Augusto Santos Silva.

Numa visita ao empreendimento turístico na margem sul do Douro, a Quinta da Pacheca, num dia em que visitou outro investimento privado da diáspora, em Alfandega da Fé, e seguia para um terceiro em Gondomar, o ministro não poupou nos elogios.

“Porque é uma pessoa que não hesitou em investir em Portugal, na região a que pertence e investiu no sentido de adquirir este empreendimento e transformá-lo neste projeto. Como foi evidente, moderniza a quinta, traz novas valências ao empreendimento económico que a quinta é e permite preservar esta enorme riqueza paisagística e cultural que é a vinha do Douro”, concretizou.

A Quinta da Pacheca recebeu ao longo dos últimos sete anos “quase três milhões de euros, sendo que na primeira fase do projeto foram investidos 1,5 milhões e, neste momento, decorrem obras no valor de 4,300 milhões, a concretizar até 2019”, explicou à agência Lusa uma das sócias.

Maria do Céu Gonçalves, sócia de Paulo Pereira, explicou que neste pacote de “inovação e ampliação do projeto” recorreram a um programa do Turismo de Portugal, “pela primeira vez, não só porque o capital próprio é limitado mas também porque é um direito como todos os outros investidores” e neste sentido vão receber um subsídio de 3,3 milhões de euros.