A autoridade tributária espanhola pediu 11 anos de prisão para o ex-presidente do FC Barcelona, Sandro Rosell, por branqueamento de capitais e associação criminosa, avança o jornal espanhol La Vanguardia.

O ex-dirigente do Barça e mais cinco pessoas são arguidos por lavagem de 20 milhões de euros da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Sandro Rosell é acusado de ter ficado com, pelo menos, 6,5 milhões de euros.

A ascensão e queda de Rosell, ex-presidente do Barcelona preso e com família na bancarrota

Os arguidos são acusados de terem lavado 15 milhões de euros de direitos de transmissão de amigáveis da seleção brasileira e outros 5 milhões de um contrato com a marca Nike.

Atualmente preso na prisão de Soto de Real, Rosell recebeu luz verde para ser transferido para a prisão catalã de Brians 2.

A 29 de maio, Carmen Lamela, tinha ditado a acusação contra a esposa de Rosell, Marta Pineda, e mais quatro arguidos. No entendimento da juíza fazia parte de uma organização criminosa que escondia dinheiro desviado da CBF pelo seu ex-presidente, Ricardo Teixeira.