Música

Dead Combo com espetáculos “especiais” em Lisboa e Guimarães no início de 2019

Os Dead Combo marcaram dois espetáculos para fevereiro e março de 2019, que vão contar com a participação dos norte-americanos Mark Lanegan e Alain Johannes, no âmbito da digressão Odeon Hotel.

Jose Coelho/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

Os Dead Combo marcaram dois espetáculos “especiais” para fevereiro e março de 2019, em Lisboa e em Guimarães, que vão contar com a participação dos norte-americanos Mark Lanegan e Alain Johannes, no âmbito da digressão Odeon Hotel.

A banda de Tó Trips e Pedro Gonçalves atua a 28 de fevereiro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e, a 2 de março, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, de acordo com a editora discográfica Sony, num comunicado divulgado esta sexta-feira.

Estes dois espetáculos “especiais”, porque contam com a participação dos músicos norte-americanos Mark Lanegan e Alain Johannes, inserem-se na digressão de “Odeon Hotel”, editado em abril, altura em que a banda iniciou uma digressão que “se estenderá até final de 2019 e conta com mais de cinquenta espetáculos realizados de norte a sul do país, incluindo as ilhas e algumas incursões por diversos países europeus e da américa”.

Mark Lanegan dá voz a “I Know, I Alone”, um dos temas de “Odeon Hotel” e “um dos mais belos poemas escritos em língua inglesa por Fernando Pessoa”, e Alain Johannes é o responsável pela produção do disco que a banda editou em abril.

“Odeon Hotel” será reeditado no início do próximo ano, e a Sony adianta que a reedição incluirá o “registo audiográfico do espetáculo da banda no festival de Paredes de Coura, este ano, que contou com a participação de Mark Lanegan”.

Na digressão de apresentação de “Odeon Hotel”, a banda apresenta uma nova formação, que inclui, além de Tó Trips e Pedro Gonçalves, Alexandre Frazão (bateria), Gui (sopros) e António Quintino (contrabaixo).

“Odeon Hotel” é um trabalho mais de “banda”, em que a bateria está mais presente e o rock surge de forma mais vincada, como disse à Lusa, em abril, Tó Trips, a propósito da edição do disco. “Talvez seja o álbum mais rock” em quase 15 anos de carreira, sublinhou.

O título do álbum surgiu por acaso – tiraram fotografias para a capa do disco no Cinema Odeon -, mas acabou por fazer sentido para a banda.

“Os hotéis são pontos de passagem. Pessoas de vários estratos sociais e de várias raças, que param num sítio e que estão de passagem – são um ponto onde se juntam diferentes expressões”, tal como a sonoridade dos Dead Combo, realçou na altura Tó Trips.

Os Dead Combo surgiram em 2003, com Pedro Gonçalves e Tó Trips a criarem composições instrumentais marcadas pelo rock, pelos blues e pela tradição da música portuguesa, bebendo também influências que se estendem à morna, bossa nova e flamenco.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)