São Tomé e Príncipe

Japão financia a compra de materiais de construção para empresas são-tomenses

A ajuda entregue a S. Tomé está avaliada em 1,3 milhões de euros. Materiais serão entregues ao privado e o valor será convertido em fundo de contrapartida para investimentos em obras sociais.

No lote entregue pelo embaixador do Japão contam-se diversos tipos de materiais de construção, materiais elétricos e painéis solares, cuja venda será feita pelo setor privado

André Kosters/LUSA

O governo japonês entregou esta quinta-feira às autoridades são-tomenses uma ajuda não reembolsável em materiais de construção, avaliada em 1,5 milhões de dólares (1,3 milhões de euros), indicou o embaixador do Japão em São Tomé.

“Quero proceder à entrega de uma ajuda não reembolsável, nesse caso de uma parte de material de construção que já chegou a São Tomé e desejo que esses materiais sejam utilizados em benefício da população são-tomense”, disse o diplomata Masaaki Sato.

Os materiais serão entregues ao setor privado para venda e o valor será convertido em fundo de contrapartida para investimentos em obras de caráter social. No lote entregue pelo embaixador do Japão contam-se diversos tipos de materiais de construção, materiais elétricos e painéis solares, cuja venda será feita pelo setor privado.

A Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços selecionou quatro empresas, que vão proceder à venda desses materiais. “Desta vez foram contempladas quatro empresas, esperamos que os beneficiários de momento saibam cumprir aquilo que está estipulado no protocolo entre o Governo japonês e o Governo são-tomense, no sentido de, enquanto forem vendendo os materiais, reporem o montante de forma a que os outros comerciantes venham também a beneficiar”, apelou o presidente da Câmara de Comércio.

O executivo considera que o setor privado são-tomense “está bastante debilitado e descapitalizado” e a ajuda do governo nipónico surge como “um balão de oxigénio para relançar” as várias empresas do país nesta situação.

“É um donativo que vem para beneficiar o setor privado e vai alavancar a economia do país através do setor privado, que nós sabemos que está de certa forma debilitado, melhor dizendo, descapitalizado”, disse a ministra do Comércio, Indústria e Turismo, Graça Lavres.

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