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Zara lança novo serviço: vai bordar na roupa as palavras que os clientes quiserem

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Novo serviço começa em quatro mercados (Espanha, Holanda, Itália e Reino Unido) e vai permitir bordar palavras até onze caracteres, em seis cores possíveis. Há também uma lista de palavras proibidas.

Para já, a marca vai lançar esta opção em quatro mercados online (Espanha, Holanda, Itália e Reino Unido) e em três lojas físicas (Barcelona, Milão e Amesterdão)

AFP/Getty Images

A Zara vai lançar uma nova tendência este mês: a marca do grupo Inditex anunciou que a partir do dia 27 de março vai dar os clientes a possibilidade de poderem escolher palavras para serem bordadas nas roupas que comprarem. Mas não será em todos os locais nem em todas as roupas. Para já, a marca vai lançar esta opção em quatro mercados online (Espanha, Holanda, Itália e Reino Unido) e em três lojas físicas (Barcelona, Milão e Amesterdão).

Numa fase inicial, o serviço vai permitir bordar palavras até onze caracteres, em seis cores possíveis e apenas num conjunto de 13 peças da coleção denim (casacos, calças e calções). Se encomendar online, no entanto, os locais onde pode definir o bordado serão limitados na cintura, no bolso de trás das calças e calções ou na borda de um dos casacos.

O serviço Zara edited é, para já, um projeto piloto que surgiu como resposta a uma maior procura dos clientes pela personalização. Se for bem sucedido, poderá ser alargado a outros países.

Apesar de ser dada liberdade na escolha, a marca decidiu criar uma espécie de “lista negra” de palavras que não podem ser bordadas. São cerca de 1.000, estão em quatro idiomas e servem para evitar que as roupas exibam mensagens ou palavras ofensivas. O nome Hitler, por exemplo, não pode ser bordado, bem como qualquer tipo de insulto.

Apesar de ser a primeira iniciativa da marca, este possibilidade de bordar as roupas já foi utilizado por outras marcas de moda, como é o caso da Calzedonia. “A entrega destes artigos personalizados será imediata nas três lojas físicas em que o serviço está disponível, enquanto que os pedidos online seguirão os prazos habituais da marca”, explicou a Zara em comunicado, citada pelo El Economista.

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