Rádio Observador

Hospitais

PPP no Hospital de Braga poupou ao Estado 300 a 400 milhões de euros, diz Grupo Melo

879

O Hospital de Braga assume-se como "um dos melhores e mais eficientes" do Serviço Nacional de Saúde, diz o líder do Grupo Melo. A PPP dura desde setembro de 2009 e chegará ao fim em 31 de agosto.

Salvador Mello sublinhou que, apesar deste "legado" e das "evidências da eficácia da gestão", a PPP não foi renovada "por iniciativa do Estado"

A parceria público-privada (PPP) para a gestão do Hospital de Braga significou, nos últimos 10 anos, uma poupança para o Estado de entre 300 a 400 milhões de euros, foi divulgado esta quarta-feira pela administração cessante do Grupo Melo.

Os números foram tornados públicos durante a sessão comemorativa dos 10 anos do Hospital de Braga, sob a gestão da José de Mello Saúde, ao abrigo de uma PPP que dura desde setembro de 2009 e que chegará ao fim em 31 de agosto.

Durante a vigência da PPP, e ainda de acordo com os dados hoje revelados, as consultas no Hospital de Braga cresceram 75%, as cirurgias 101%, as urgências 100% e os exames e análises 313%.

“O Hospital de Braga é hoje um projeto vencedor, ao fim destes dez anos o sentido de dever cumprido não podia ser maior”, afirmou o presidente do Conselho de Administração da José de Mello Saúde.

Para Salvador de Mello, o Hospital de Braga assume-se como “um dos melhores e mais eficientes” do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Sublinhou que, apesar deste “legado” e das “evidências da eficácia da gestão”, a PPP não foi renovada “por iniciativa do Estado”.

“É um capítulo que se encerra e que põe fim a esta história de sucesso”, disse ainda, vincando o “total empenho” da José de Mello Saúde para uma passagem de testemunho “totalmente tranquila”.

No mesmo registo, o presidente da comissão executiva do Hospital de Braga, João Ferreira, destacou que foi “mais do que duplicada” a acessibilidade aos cuidados de saúde especializados, com uma “poupança clara para o erário público”.

Disse ainda que o hospital nunca colocou “qualquer limitação” à prestação dos cuidados de saúde, mesmo com o “constante aumento da procura, muito acima do caderno de encargos da PPP”, contratualizado com o Estado.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Ordem dos Enfermeiros

O medo é livre

João Paulo Carvalho

A Ordem fez o que lhe cabia, apoiou os enfermeiros e denunciou, quando teve de denunciar, situações que põem em risco a segurança e qualidade dos cuidados de saúde. Assobiar para o lado não é solução.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)