O prémio Nobel da Economia de 2019 foi atribuído ao indiano Abhijit Banerjee, a francesa Esther Duflo e o norte-americano Michael Kremer pela sua “abordagem experimental” no estudo relacionado com formas de mitigação da pobreza.

A decisão foi anunciada esta segunda-feira, um prémio que recompensa os três académicos por terem dado um contributo importante para fazer com que a economia do desenvolvimento seja uma área de investigação em grande expansão.

Esther Duflo é a segunda mulher a ser premiada pelo prémio Nobel da Economia. E é, também, a pessoa mais jovem a receber um prémio Nobel da Economia (nasceu em 1972).

Formalmente, este prémio é conhecido como Prémio de Ciências Económicas e foi instituído apenas em 1969 pelo Banco Central da Suécia. Ao contrário dos prémios Nobel originais, este prémio não é concedido pela Fundação Nobel: é pago com dinheiro público, mas não deixa de ser um prémio entregue “em memória de Alfred Nobel” e de seguir as regras de seleção que regem os outros prémios.