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Jogo normal. Jogo adiado. Uma equipa em risco. Outra equipa a evitar viagens. Jogo adiado. Jogo em risco. Jogo à porta fechada. Ponto. O Olympiacos-Wolverhampton, encontro entre as duas equipas mais “portuguesas” ainda na Liga Europa e orientadas também por técnicos nacionais, andou muito ao sabor do vento das notícias que iam surgindo sobre a pandemia do coronavírus, sendo que, ao final da manhã, a hipótese de haver um adiamento completo de todos os encontros das provas europeias era grande. Não se confirmou para esta quinta-feira, vai confirmar-se no início da próxima semana. O futebol tem ordem de paragem para os próximos tempos de forma quase transversal e o encontro em Pireu à porta fechada era um dos últimos até ao final de março.

“Vamos lá e vamos competir. Não será como gostaríamos, porque preferíamos um ambiente normal com todos os adeptos do Olympiacos que são complicados. É assim que gostamos de competir mas as circunstâncias são estas e temos de colocar o foco em competir o melhor possível. Para mim o futebol à porta fechada não faz sentido mas esta é a realidade e temos de nos preparar para isso, o que penso que estamos. Em termos de situações de saúde e segurança temos todas as garantias e estamos bem com isso”, comentou Nuno Espírito Santo, treinador do Wolverhampton que contaria entre os convocados com o regresso de Daniel Podence à Grécia.

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