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“Estou muito contente e orgulhoso pela forma como os jogadores trabalharam nestas quatro semanas e meia”, dizia Júlio Velázquez no lançamento da deslocação do V. Setúbal à Madeira. Uma viagem que foi tudo menos fácil e até barata: primeiro, porque ninguém sabia quando poderia voltar o futebol; depois, porque numa instância inicial tudo apontava para que os insulares jogassem no Continente (apesar de terem um estádio de nível 1, o mais alto); por fim, porque existia a obrigatoriedade de utilização de um charter, entre vários cuidados sanitários.

Durante algum tempo, os responsáveis sadinos acreditaram que a Liga ainda podia apoiar estas deslocações mais “especiais” à Madeira, nomeadamente que ajudaria nos 18 mil euros a mais que foram desembolsados além dos 12 mil que tinham sido pagos. Custou, literalmente. Mas os sadinos entraram só no jogo na segunda parte, num momento que coincidiu com a entrada de Berto. Quase até ao final, pareceu pouco mas revelou-se suficiente.

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