Em março, na última semana de futebol europeu, o avião da Roma que iria aterrar em Sevilha para a primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa já não descolou. A possibilidade de a partida acontecer à porta fechada, como aconteceu com todos os encontros logo nessa altura, foi descartada quando o avião não teve sequer autorização para aterrar em Espanha. Cinco meses depois, ainda durante o combate a uma pandemia, depois de tanto a liga italiana com a espanhola terem terminado há pouco tempo e na sequência de uma retoma em versão bolso, Sevilha e Roma disputavam finalmente a vaga na fase seguinte da Liga Europa.

Na MSV-Arena, em Duisburg, as duas equipas decidiam apenas num jogo aquilo que em março teria ficado fechado a duas mãos — assim como aconteceu com o Inter e o Getafe, esta quarta-feira, com os italianos a saírem vencedores. A equipa de Paulo Fonseca, uma das melhores da retoma da Serie A, vinha de quatro vitórias consecutivas e num momento de forma assinalável para uma temporada atípica, o que originava uma ligeira confiança por parte dos giallorossi. Até porque, segundo o treinador português, todos os jogadores tinham noção da importância do embate com o Sevilha.

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