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Já tinha sido um dado relevante no discurso de abertura de Jerónimo de Sousa e tornou-se ainda mais evidente durante a intervenção de Ilda Figueiredo, histórica dirigente comunista e membro do Comité Central do partido: o PCP deixou cair praticamente todas as referências à Coreia do Norte.

Uma análise comparativa entre as três últimas teses do partido (2012, 2016 e 2020) comprovam-no: o regime norte-coreano foi apagado do último documento estratégico do partido, um afastamento importante num partido que até há bem pouco tempo tinha dificuldades em classificar a Coreia do Norte como ditadura — “Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia”, chegou a responder Jerónimo de Sousa, ainda em 2019.

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