Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Alguns reitores e diretores de universidades britânicas estão a começar a pedir aos professores que nelas lecionam — e que estão encarregados da avaliação dos alunos — que não penalizem os estudantes por erros ortográficos, gramaticais e de pontuação. Os argumentos invocados são diferentes, consoante as universidades, mas estão unidos num objetivo: fomentar a “inclusão” social dos alunos.

O caso que está a ter mais eco na imprensa britânica — no jornal The Telegraph, por exemplo, mas também no The Times — é o da universidade de Hull, instituição de ensino situada na cidade homónima (por sua vez localizada no nordeste litoral inglês).  Segundo relata o The Times, a universidade diz querer “desafiar o statuos quo” e quer fazê-lo diminuindo os padrões de exigência técnicos anteriormente aplicados à escrita e oralidade dos alunos.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.